Ouro tem forte queda com temores inflacionários e apostas em juros altos
Na Comex, o ouro com entrega prevista para agosto encerrou em queda de 1,76%, cotado a US$ 4.286,4 por onça-troy. Essa queda é atribuída a temores inflacionários e à expectativa de que as taxas de juros permaneçam elevadas por um período prolongado, o que afeta a demanda pelo metal precioso como ativo de refúgio e diversificação de portfólio.
A queda no preço do ouro pode levar investidores a reavaliar suas estratégias de portfólio, possivelmente transferindo investimentos para alternativas que ofereçam maior proteção contra a inflação. Além disso, o foco em taxas de juros elevadas pode reduzir a atratividade do ouro como ativo de segurança, impactando sua demanda e preços futuros.
Ativos Afetados
Leia também
Hoje às 05:00
Fluxo estrangeiro muda de rota? O que esperar do mercado com decisões da Super Quarta
Nesta Super Quarta, as expectativas do mercado giram em torno das reuniões do Copom e do FOMC.
Hoje às 04:28
Bancos centrais estão trazendo reservas de ouro para casa à medida que riscos geopolíticos aumentam
Cada vez mais, bancos centrais estão armazenando barras de ouro em casa, em vez de no exterior, à medida que esperam comprar mais desse ativo seguro em meio ao aumento das tensões geopolíticas.
Hoje às 03:41
Inflação do Reino Unido se mantém estável em 2,8% em maio
A inflação no Reino Unido permaneceu em 2,8% em maio, ligeiramente abaixo das expectativas, de acordo com dados oficiais.
Hoje às 03:30
Ex-Fed, Harker vê risco de dominância fiscal nos Estados Unidos
Patrick Harker, ex-presidente do Federal Reserve da Filadélfia, expressou preocupações sobre a dominância fiscal nos Estados Unidos, destacando a importância da política fiscal em um momento de transição no comando do banco central.
Hoje às 03:11
Inflação do Reino Unido permanece inesperadamente em 2,8% com aumento nos custos de transporte compensado por desaceleração nos preços dos alimentos
A inflação anual do Reino Unido ficou estagnada em 2,8% no último mês, contrariando expectativas de alta para 3%, conforme a guerra no Irã teve um impacto menos severo do que o previsto.