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Os preços do ouro reagiram positivamente ao sinal de um possível acordo entre os Estados Unidos e o Irã, subindo 3,03% no fechamento, mas terminaram a semana em queda de 2,84%.
O ouro encerrou a sexta-feira, 12, com alta de 3% a US$ 4.238,80 por onça-troy, impulsionado por esperanças de um acordo entre os Estados Unidos e o Irã, que reduziram as expectativas de um aperto monetário pelo Federal Reserve (Fed).
O ouro continuou a manter sua maior alta desde março, após o presidente Donald Trump sugerir que os Estados Unidos poderiam assinar um acordo com o Irã no final de semana para encerrar a guerra que tem abalado os mercados globais e alimentado a inflação.
Na Comex, o ouro com entrega prevista para agosto fechou em queda de 0,47%, sendo cotado a US$ 4.114,0 por onça-troy.
O ouro atingiu sua menor cotação em seis meses, impactado por diversos fatores, incluindo o conflito no Irã, as expectativas de aumento das taxas de juros nos Estados Unidos e a aguardada oferta pública inicial da SpaceX.
Noureldeen Al Hammoury, estrategista-chefe de mercados da Equiti Group, destaca a importância das proteções em ouro e energia, diante da subavaliação do risco de um ciclo inflacionário geopolítico mais prolongado pelos mercados.
O preço do ouro registrou sua terceira queda consecutiva devido aos recentes ataques dos EUA ao Irã, o que eleva a preocupação sobre uma possível extensão do conflito.
O mercado de ouro enfrentou uma significativa queda, resultando em um mercado de baixa pela primeira vez desde 2022.
Os preços dos contratos futuros do ouro fecharam em queda firme devido à escalada das tensões entre os Estados Unidos e o Irã, o que gerou um aumento nos preços do petróleo e reacendeu preocupações com a inflação.
O investidor brasileiro está buscando o ouro como uma proteção eficaz em tempos de volatilidade e incertezas econômicas.
O preço do ouro continuou a cair após os EUA realizarem novos ataques contra o Irã em retaliação ao abate de um helicóptero militar.
Na Comex, o ouro com entrega prevista para agosto encerrou em queda de 1,76%, cotado a US$ 4.286,4 por onça-troy.
O ouro encerrou em queda nesta terça-feira, retornando às mínimas do ano devido ao aumento das expectativas de taxas de juros elevadas por um período mais longo nos Estados Unidos.
O preço do ouro se estabilizou após a concordância entre Israel e Irã em encerrar ataques a mísseis, situação que havia colocado em risco as negociações para o fim do conflito no Oriente Médio.
O ouro encerrou o pregão próximo da estabilidade, apesar de uma sessão volátil, influenciada pelas tensões geopolíticas entre Irã e Israel.
Os preços dos contratos futuros de ouro fecharam com leve queda, recuperando parte das perdas recentes, após Israel e Irã anunciarem a suspensão de ataques.
O Banco Popular da China continuou sua tendência de compras de ouro em maio, aumentando suas reservas do metal precioso em um momento em que os preços enfrentam pressão.
O ouro perdeu seus ganhos acumulados em 2023 depois que dados robustos de emprego nos EUA aumentaram as expectativas de que o Federal Reserve elevará as taxas de juros este ano.
O ouro e a prata enfrentaram quedas significativas devido à combinação de tensões geopolíticas no Oriente Médio e dados robustos de emprego nos EUA.
O preço do ouro permaneceu estável, uma vez que a incerteza em torno do progresso das negociações entre os Estados Unidos e o Irã continua a impactar os mercados globais.
O ouro encerrou o pregão de quinta-feira em alta de 0,85%, impulsionado por um alívio nos preços do petróleo que reduziu preocupações inflacionárias e impactou o dólar e os juros dos Treasuries.
Os contratos futuros de ouro subiram 0,85% após um acordo de cessar-fogo entre Israel e Líbano, o que diminui a percepção de risco nos mercados.
O ouro, elemento de número atômico 79, se destaca como um ativo financeiro de segurança em tempos de instabilidade econômica.
O ouro encerrou o dia em queda, recuando para menos de US$ 4.500, devido a crescentes temores inflacionários gerados pela escalada das tensões no Oriente Médio.
Os contratos futuros de ouro fecharam em queda de 1,17%, refletindo a crescente percepção de risco geopolítico e inflacionário no Oriente Médio devido aos novos ataques entre os Estados Unidos e o Irã.
O Índice de Commodities Brasil (IC-Br) subiu 2,15% em maio, impulsionado pela alta dos preços dos metais e das commodities energéticas.
O ouro ultrapassou os títulos do governo dos Estados Unidos como o principal ativo de reserva mundial, segundo relatório do Banco Central Europeu (BCE).
O preço do ouro registrou uma leve queda após a divulgação de dados de empregos nos EUA que reforçaram as expectativas de que o Federal Reserve manterá as taxas de juros elevadas por um período mais longo.
Um recente relatório do Banco Central Europeu (BCE) revelou que o ouro ultrapassou os títulos do Tesouro norte-americano na composição das reservas internacionais, representando 27% contra 22% dos Treasurys.
O ouro encerrou a sessão de hoje em alta de 0,30%, refletindo um cenário geopolítico incerto no Oriente Médio, especialmente em relação ao diálogo entre os Estados Unidos e o Irã.
Os preços do ouro reagiram positivamente ao sinal de um possível acordo entre os Estados Unidos e o Irã, subindo 3,03% no fechamento, mas terminaram a semana em queda de 2,84%.
O ouro encerrou a sexta-feira, 12, com alta de 3% a US$ 4.238,80 por onça-troy, impulsionado por esperanças de um acordo entre os Estados Unidos e o Irã, que reduziram as expectativas de um aperto monetário pelo Federal Reserve (Fed).
O ouro continuou a manter sua maior alta desde março, após o presidente Donald Trump sugerir que os Estados Unidos poderiam assinar um acordo com o Irã no final de semana para encerrar a guerra que tem abalado os mercados globais e alimentado a inflação.
Na Comex, o ouro com entrega prevista para agosto fechou em queda de 0,47%, sendo cotado a US$ 4.114,0 por onça-troy.
O ouro atingiu sua menor cotação em seis meses, impactado por diversos fatores, incluindo o conflito no Irã, as expectativas de aumento das taxas de juros nos Estados Unidos e a aguardada oferta pública inicial da SpaceX.
Noureldeen Al Hammoury, estrategista-chefe de mercados da Equiti Group, destaca a importância das proteções em ouro e energia, diante da subavaliação do risco de um ciclo inflacionário geopolítico mais prolongado pelos mercados.
O preço do ouro registrou sua terceira queda consecutiva devido aos recentes ataques dos EUA ao Irã, o que eleva a preocupação sobre uma possível extensão do conflito.
O mercado de ouro enfrentou uma significativa queda, resultando em um mercado de baixa pela primeira vez desde 2022.
Os preços dos contratos futuros do ouro fecharam em queda firme devido à escalada das tensões entre os Estados Unidos e o Irã, o que gerou um aumento nos preços do petróleo e reacendeu preocupações com a inflação.
O investidor brasileiro está buscando o ouro como uma proteção eficaz em tempos de volatilidade e incertezas econômicas.
O preço do ouro continuou a cair após os EUA realizarem novos ataques contra o Irã em retaliação ao abate de um helicóptero militar.
Na Comex, o ouro com entrega prevista para agosto encerrou em queda de 1,76%, cotado a US$ 4.286,4 por onça-troy.
O ouro encerrou em queda nesta terça-feira, retornando às mínimas do ano devido ao aumento das expectativas de taxas de juros elevadas por um período mais longo nos Estados Unidos.
O preço do ouro se estabilizou após a concordância entre Israel e Irã em encerrar ataques a mísseis, situação que havia colocado em risco as negociações para o fim do conflito no Oriente Médio.
O ouro encerrou o pregão próximo da estabilidade, apesar de uma sessão volátil, influenciada pelas tensões geopolíticas entre Irã e Israel.
Os preços dos contratos futuros de ouro fecharam com leve queda, recuperando parte das perdas recentes, após Israel e Irã anunciarem a suspensão de ataques.
O Banco Popular da China continuou sua tendência de compras de ouro em maio, aumentando suas reservas do metal precioso em um momento em que os preços enfrentam pressão.
O ouro perdeu seus ganhos acumulados em 2023 depois que dados robustos de emprego nos EUA aumentaram as expectativas de que o Federal Reserve elevará as taxas de juros este ano.
O ouro e a prata enfrentaram quedas significativas devido à combinação de tensões geopolíticas no Oriente Médio e dados robustos de emprego nos EUA.
O preço do ouro permaneceu estável, uma vez que a incerteza em torno do progresso das negociações entre os Estados Unidos e o Irã continua a impactar os mercados globais.
O ouro encerrou o pregão de quinta-feira em alta de 0,85%, impulsionado por um alívio nos preços do petróleo que reduziu preocupações inflacionárias e impactou o dólar e os juros dos Treasuries.
Os contratos futuros de ouro subiram 0,85% após um acordo de cessar-fogo entre Israel e Líbano, o que diminui a percepção de risco nos mercados.
O ouro, elemento de número atômico 79, se destaca como um ativo financeiro de segurança em tempos de instabilidade econômica.
O ouro encerrou o dia em queda, recuando para menos de US$ 4.500, devido a crescentes temores inflacionários gerados pela escalada das tensões no Oriente Médio.
Os contratos futuros de ouro fecharam em queda de 1,17%, refletindo a crescente percepção de risco geopolítico e inflacionário no Oriente Médio devido aos novos ataques entre os Estados Unidos e o Irã.
O Índice de Commodities Brasil (IC-Br) subiu 2,15% em maio, impulsionado pela alta dos preços dos metais e das commodities energéticas.
O ouro ultrapassou os títulos do governo dos Estados Unidos como o principal ativo de reserva mundial, segundo relatório do Banco Central Europeu (BCE).
O preço do ouro registrou uma leve queda após a divulgação de dados de empregos nos EUA que reforçaram as expectativas de que o Federal Reserve manterá as taxas de juros elevadas por um período mais longo.
Um recente relatório do Banco Central Europeu (BCE) revelou que o ouro ultrapassou os títulos do Tesouro norte-americano na composição das reservas internacionais, representando 27% contra 22% dos Treasurys.
O ouro encerrou a sessão de hoje em alta de 0,30%, refletindo um cenário geopolítico incerto no Oriente Médio, especialmente em relação ao diálogo entre os Estados Unidos e o Irã.