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Telefonica Brasil S.A.
Abertura
R$ 33,68
Máxima do dia
R$ 34,09
Mínima do dia
R$ 33,42
Volume
2,49 mi
Valor de mercado
108,86 bi
Máx. 52 semanas
R$ 43,47
Mín. 52 semanas
R$ 29,66
EPS/LPA
1,9851
P/L
16,8908
O IPO da SpaceX e a busca da Starlink pela licença de SMP da Anatel destacam a nova concorrência no setor de telecomunicações no Brasil.
A Investo lança o ETF BTER11, que investe em 'vacas leiteiras' do Ibovespa, focando em empresas com receita previsível e boas pagadoras de dividendos.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
O radar corporativo destaca o processo de sucessão na Qualicorp (QUAL3), onde o atual CEO Maurício Lopes será sucedido por Eduardo Oliveira em 2026.
A Telefônica Brasil (VIVT3) anunciou que o valor de restituição de capital de R$ 1,25 por ação se mantém, após confirmarem que não houve movimentações de ações em tesouraria dentro do programa de recompra.
Nesta semana, os investidores poderão receber dividendos de diversas empresas, com destaque para o IRB(Re) (IRBR3), que irá distribuir R$ 0,3201 por ação.
O mercado brasileiro enfrenta um momento delicado, com o Ibovespa recuando para aproximadamente 177 mil pontos após atingir quase 200 mil.
O JPMorgan revisou as expectativas para as ações de TIM Brasil (TIMS3) e Telefônica Brasil (VIVT3), cortando os preços-alvo devido ao aumento do custo de capital e a uma perspectiva menos otimista para margens.
O radar corporativo destaca a nomeação de Christian Egan como o novo presidente da B3 (B3SA3), além da aprovação de recompra de ações pela JSL (JSLG3).
A Telefônica Brasil (VIVT3), controladora da Vivo, anunciou a aquisição de 24,99% da Fibrasil Infraestrutura e Fibra Ótica por R$ 458,7 milhões.
A Telefônica Brasil, proprietária da Vivo, finalizou a compra da participação restante de 24,99% na FiBrasil por R$ 458,7 milhões, consolidando a totalidade de sua operação na empresa de fibra ótica.
O Goldman Sachs revisitou suas recomendações para as principais operadoras de telecomunicações da América Latina, como Telefônica Brasil (VIVT3) e TIM (TIMS3), sugerindo a venda das ações da Vivo devido à expectativa de desaceleração no fluxo de caixa livre.
O radar corporativo desta segunda-feira destaca os resultados negativos de empresas como Marisa (AMAR3) e Taurus (TASA4), que reportaram prejuízos significativos no primeiro trimestre.
A Marisa reportou um prejuízo de R$ 95,8 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo um lucro de R$ 2,3 milhões do ano anterior, evidenciando desafios operacionais e incertezas em relação à continuidade das operações.
A Telefônica Brasil (VIVT3) anunciou a aprovação de R$ 600 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) com base no balanço de 30 de abril de 2026, resultando em um valor líquido de R$ 495 milhões após a tributação.
A Telefônica Brasil, controladora da Vivo, anunciou que restituirá aproximadamente R$ 1,25 aos acionistas após a redução de seu capital social em R$ 4 bilhões.
Em um recente relatório, os estrategistas do Morgan Stanley expressaram otimismo em relação ao Ibovespa, projetando que o índice pode atingir 240 mil pontos em um horizonte de 12 meses.
O Ibovespa fechou em queda de 1,19%, abaixo de 182 mil pontos, influenciado por ações sensíveis a juros e pela alta dos preços do petróleo.
O Ibovespa registrou um recuo de 1,19%, encerrando o dia em 181.909 pontos, influenciado pela piora na percepção de risco geopolítico e pela rotação de investimentos em direção a ações de tecnologia.
A Telefônica Brasil (VIVT3) divulgou seu lucro líquido de R$ 1,26 bilhão no primeiro trimestre de 2026, mostrando um crescimento em relação ao ano anterior, mas ficou aquém das expectativas do mercado.
A Telefônica Brasil, que opera a marca Vivo, está intensificando seus esforços para aumentar a receita média por cliente, conhecida como receita por CPF.
A Telefônica Brasil anunciou que distribuirá pelo menos R$ 7 bilhões aos acionistas em 2026, conforme confirmado pelo CEO durante uma teleconferência de resultados.
O Ibovespa Futuro apresentou uma queda de 0,41% nas primeiras negociações do dia, refletindo um cenário externo cauteloso.
O radar corporativo destaca os resultados financeiros de várias companhias, incluindo Vivo, Copasa e BTG Pactual.
A semana começa com uma série de balanços corporativos importantes no Brasil, incluindo resultados da Petrobras e da Telefônica Brasil, que reportou lucro líquido acima do ano anterior, mas abaixo das expectativas do mercado.
A Telefônica Brasil anunciou planos para se posicionar como um canal de distribuição para assinaturas de serviços de inteligência artificial, como ChatGPT e Gemini.
A Telefônica Brasil, operadora por trás da Vivo, anunciou a formação de uma parceria no primeiro trimestre de 2026 com a empresa São Martinho.
A Telefônica Brasil, controladora da Vivo, reportou um lucro líquido de R$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre de 2026, representando uma elevação de 19,2% em relação ao ano anterior.
A Telefônica Brasil (VIVT3) reportou um lucro líquido de R$ 1,26 bilhão no primeiro trimestre de 2026, representando um crescimento de 19,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O setor imobiliário brasileiro sofreu um crescimento significativo, com 453 mil unidades lançadas em 2025 e um valor geral de vendas de R$ 264,2 bilhões, representando um aumento de 10,6% em relação ao ano anterior.
O IPO da SpaceX e a busca da Starlink pela licença de SMP da Anatel destacam a nova concorrência no setor de telecomunicações no Brasil.
A Investo lança o ETF BTER11, que investe em 'vacas leiteiras' do Ibovespa, focando em empresas com receita previsível e boas pagadoras de dividendos.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
O radar corporativo destaca o processo de sucessão na Qualicorp (QUAL3), onde o atual CEO Maurício Lopes será sucedido por Eduardo Oliveira em 2026.
A Telefônica Brasil (VIVT3) anunciou que o valor de restituição de capital de R$ 1,25 por ação se mantém, após confirmarem que não houve movimentações de ações em tesouraria dentro do programa de recompra.
Nesta semana, os investidores poderão receber dividendos de diversas empresas, com destaque para o IRB(Re) (IRBR3), que irá distribuir R$ 0,3201 por ação.
O mercado brasileiro enfrenta um momento delicado, com o Ibovespa recuando para aproximadamente 177 mil pontos após atingir quase 200 mil.
O JPMorgan revisou as expectativas para as ações de TIM Brasil (TIMS3) e Telefônica Brasil (VIVT3), cortando os preços-alvo devido ao aumento do custo de capital e a uma perspectiva menos otimista para margens.
O radar corporativo destaca a nomeação de Christian Egan como o novo presidente da B3 (B3SA3), além da aprovação de recompra de ações pela JSL (JSLG3).
A Telefônica Brasil (VIVT3), controladora da Vivo, anunciou a aquisição de 24,99% da Fibrasil Infraestrutura e Fibra Ótica por R$ 458,7 milhões.
A Telefônica Brasil, proprietária da Vivo, finalizou a compra da participação restante de 24,99% na FiBrasil por R$ 458,7 milhões, consolidando a totalidade de sua operação na empresa de fibra ótica.
O Goldman Sachs revisitou suas recomendações para as principais operadoras de telecomunicações da América Latina, como Telefônica Brasil (VIVT3) e TIM (TIMS3), sugerindo a venda das ações da Vivo devido à expectativa de desaceleração no fluxo de caixa livre.
O radar corporativo desta segunda-feira destaca os resultados negativos de empresas como Marisa (AMAR3) e Taurus (TASA4), que reportaram prejuízos significativos no primeiro trimestre.
A Marisa reportou um prejuízo de R$ 95,8 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo um lucro de R$ 2,3 milhões do ano anterior, evidenciando desafios operacionais e incertezas em relação à continuidade das operações.
A Telefônica Brasil (VIVT3) anunciou a aprovação de R$ 600 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) com base no balanço de 30 de abril de 2026, resultando em um valor líquido de R$ 495 milhões após a tributação.
A Telefônica Brasil, controladora da Vivo, anunciou que restituirá aproximadamente R$ 1,25 aos acionistas após a redução de seu capital social em R$ 4 bilhões.
Em um recente relatório, os estrategistas do Morgan Stanley expressaram otimismo em relação ao Ibovespa, projetando que o índice pode atingir 240 mil pontos em um horizonte de 12 meses.
O Ibovespa fechou em queda de 1,19%, abaixo de 182 mil pontos, influenciado por ações sensíveis a juros e pela alta dos preços do petróleo.
O Ibovespa registrou um recuo de 1,19%, encerrando o dia em 181.909 pontos, influenciado pela piora na percepção de risco geopolítico e pela rotação de investimentos em direção a ações de tecnologia.
A Telefônica Brasil (VIVT3) divulgou seu lucro líquido de R$ 1,26 bilhão no primeiro trimestre de 2026, mostrando um crescimento em relação ao ano anterior, mas ficou aquém das expectativas do mercado.
A Telefônica Brasil, que opera a marca Vivo, está intensificando seus esforços para aumentar a receita média por cliente, conhecida como receita por CPF.
A Telefônica Brasil anunciou que distribuirá pelo menos R$ 7 bilhões aos acionistas em 2026, conforme confirmado pelo CEO durante uma teleconferência de resultados.
O Ibovespa Futuro apresentou uma queda de 0,41% nas primeiras negociações do dia, refletindo um cenário externo cauteloso.
O radar corporativo destaca os resultados financeiros de várias companhias, incluindo Vivo, Copasa e BTG Pactual.
A semana começa com uma série de balanços corporativos importantes no Brasil, incluindo resultados da Petrobras e da Telefônica Brasil, que reportou lucro líquido acima do ano anterior, mas abaixo das expectativas do mercado.
A Telefônica Brasil anunciou planos para se posicionar como um canal de distribuição para assinaturas de serviços de inteligência artificial, como ChatGPT e Gemini.
A Telefônica Brasil, operadora por trás da Vivo, anunciou a formação de uma parceria no primeiro trimestre de 2026 com a empresa São Martinho.
A Telefônica Brasil, controladora da Vivo, reportou um lucro líquido de R$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre de 2026, representando uma elevação de 19,2% em relação ao ano anterior.
A Telefônica Brasil (VIVT3) reportou um lucro líquido de R$ 1,26 bilhão no primeiro trimestre de 2026, representando um crescimento de 19,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O setor imobiliário brasileiro sofreu um crescimento significativo, com 453 mil unidades lançadas em 2025 e um valor geral de vendas de R$ 264,2 bilhões, representando um aumento de 10,6% em relação ao ano anterior.