Miguel Daú defende regras rígidas contra antimicrobianos no agro
O agronegócio brasileiro enfrenta desafios significativos para se manter competitivo no mercado internacional, especialmente em relação ao uso de antimicrobianos. Miguel Daú, especialista da área, advoga pela implementação de regras rigorosas que assegurem a qualidade dos produtos exportados e a segurança alimentar, ressaltando a necessidade de harmonização com as normas internacionais, principalmente as exigidas pela Europa.
A implementação de regras rígidas no uso de antimicrobianos pode aumentar a qualidade dos produtos brasileiros, reforçando sua aceitação no mercado europeu. Isso pode contribuir para o crescimento das exportações do agronegócio e garantir a manutenção da posição do Brasil como um dos principais fornecedores de alimentos no cenário global.
Leia também
Hoje às 17:33
Nos próximos 3 anos, Infra S.A vai se tornar independente do Tesouro, diz ministro
O ministro dos Transportes, George Santoro, anunciou o compromisso de tornar a Infra S.A uma empresa pública autossuficiente em três anos, eliminando sua dependência do Tesouro Nacional.
Hoje às 17:27
Indústria prevê alta de 16% no frete e critica endurecimento da tabela mínima
A indústria brasileira projeta um aumento de 16,4% nos custos de transporte devido à tabela mínima de frete estabelecida pela ANTT, conforme aponta uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Hoje às 16:56
Safra de incertezas? Custos elevados, endividamento e El Niño extremo tiram o sono do sojicultor e ameaçam rentabilidade
O setor agrícola, especialmente a soja, enfrenta um cenário desafiador para a próxima safra 2026/27.
Hoje às 16:45
Azul (AZUL3) tenta convencer Cade em parceria com American; o que está em jogo?
Azul (AZUL3) e American Airlines estão se esforçando para convencer o Cade de que sua parceria trará benefícios aos consumidores e não acarretará riscos antitruste significativos.
Hoje às 16:37
J&J Focada em Combater Câncer, Não em Medicamentos para Obesidade, Diz CEO
A Johnson & Johnson não tem planos de entrar no crescente mercado de obesidade, optando por se concentrar em doenças como o câncer, afirmou o CEO Joaquin Duato em uma entrevista.