‘Não tem o que falar mal do Pix; é um negócio extremamente bem sucedido’, diz presidente da Visa
O presidente da Visa no Brasil, Rodrigo Cury, defendeu o sucesso do sistema de pagamentos Pix e comentou sobre a investigação do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos. Ele destaca que o Banco Central, ao atuar como regulador e operador do Pix, levanta questões de possíveis conflitos de interesse. Apesar de mencionar que o Pix pode competir com cartões de débito, Cury acredita que trouxe benefícios à Visa, especialmente no que tange à bancarização da população brasileira.
O sucesso do Pix pode pressionar as empresas do setor de pagamentos a inovar e oferecer novos serviços, impactando diretamente a competição no mercado. A maior adesão ao Pix e a digitalização dos pagamentos podem redefinir as estratégias da Visa e suas oportunidades de crescimento, especialmente no segmento B2B e no uso de tecnologias emergentes como IA e stablecoins.
Categorias Afetadas
Leia também
Hoje às 16:06
Fausto Ribeiro projeta R$ 652 bilhões para o Plano Safra 2026/2027
O Plano Safra 2026/2027 está em fase de formulação e deve impactar significativamente o acesso ao crédito para os produtores rurais.
Hoje às 15:48
TCU arquiva processo sobre empréstimo a ser contratado pelo DF para capitalizar o BRB
O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu arquivar o processo que analisava um empréstimo a ser contraído pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para capitalizar o Banco de Brasília (BRB).
Hoje às 15:40
Ares Private Credit Fund limita resgates após 14% buscarem saída
A Ares Management impôs limites aos resgates de um de seus fundos de crédito privado pela segunda vez consecutiva, após pedidos de resgate aumentarem para 14,4%.
Hoje às 15:20
Tokenização de ativos reais é a próxima fronteira dos mercados financeiros
Uma nova tendência nos mercados financeiros é a tokenização de ativos digitais, que registrou um crescimento de aproximadamente 589% entre 2025 e 2026, segundo análise da Binance.
Hoje às 15:18
Por que os FIDCs têm roubado a cena? Veja o que está por trás da alta rentabilidade da classe e se vale a pena investir
Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) estão se destacando no mercado, com captações líquidas que alcançaram R$ 21,5 bilhões em 2026.