Canetas emagrecedoras não impactam o Fleury, e acompanhamento médico até ajuda, diz comando
A CEO do Fleury, Jeane Tsutsui, destacou em uma teleconferência que o uso de canetas emagrecedoras não impacta os resultados da empresa, uma vez que a demanda por acompanhamento médico para pacientes com obesidade e diabetes tem aumentado significativamente. Com 28% a 30% da população brasileira apresentando obesidade e 12,9% com diabetes, a Fleury está bem posicionada para atender essa demanda crescente, o que pode reforçar sua estratégia de serviços médicos ambulatoriais.
O aumento da prevalência de obesidade e diabetes no Brasil indica um mercado maior para serviços de saúde ambulatoriais, nos quais a Fleury é um player importante. A capacidade da empresa de gerenciar essa demanda sem depender de produtos novos, como canetas emagrecedoras, pode garantir sua estabilidade financeira e atrair investidores que procuram empresas capazes de se adaptar a mudanças no mercado de saúde.
Ativos Afetados
Leia também
Hoje às 08:00
Alta de 37% da SpaceX na 1ª semana já confirma entusiasmo para outros IPOs?
A estreia da SpaceX na Nasdaq marcou um momento histórico ao movimentar US$ 85,7 bilhões, estabelecendo-se como o maior IPO global até agora.
Hoje às 08:00
Ouro sobe, ouro cai: como a volatilidade está obrigando empresas a reinventar produtos, estoques e vendas
O preço do ouro tem apresentado grandes oscilações, afetando diretamente o setor de joias.
Hoje às 07:23
Carlos Fávaro diz que Brasil buscará solução para embargo da UE à carne antes de setembro
O senador e ex-ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que o governo brasileiro espera solucionar o embargo da União Europeia sobre a importação de carne até setembro.
Hoje às 05:00
Quanto tempo a “janela de oportunidade” em minerais críticos vai durar no Brasil?
Os minerais críticos estão sendo vistos como uma nova oportunidade significativa para o Brasil, que possui a segunda maior reserva mundial de terras raras.
Hoje às 05:00
Eles consideraram colocar o caixa em Bitcoin. Agora lidam com o colapso
O modelo de negócios que busca listar empresas na bolsa para acumular criptomoedas está enfrentando sérias dificuldades, especialmente para aquelas que planejavam usar SPACs para isso.