Fluxo estrangeiro negativo domina B3 – e JPMorgan vê pouco alívio no curto prazo
A B3, bolsa brasileira, registrou um forte fluxo de saída de capital estrangeiro, com uma retirada de R$ 14,9 bilhões em maio, o pior resultado mensal desde 2022. O JPMorgan aponta que a combinação de fatores externos, como a alta dos rendimentos dos Treasuries, e fatores internos, como a proximidade das eleições, têm contribuído para essa tendência negativa. Além disso, a perspectiva de cortes de juros mais limitados torna o ambiente ainda mais desafiador para os investidores.
A saída de capital estrangeiro da B3 pode pressagiar uma maior volatilidade nos ativos brasileiros, especialmente em meio aos desafios políticos e econômicos. Essa dinâmica pode dificultar a atração de novos investimentos e impactar negativamente a confiança dos investidores no curto prazo, tornando o ambiente ainda mais competitivo para o Brasil frente a outros mercados emergentes.
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