Hapvida (HAPV3) melhora, mas não convence o Itaú BBA, já que o principal problema está longe de desaparecer
A Hapvida (HAPV3) apresentou uma recuperação nas margens no primeiro trimestre de 2026, mas isso não foi suficiente para que o Itaú BBA adotasse uma visão mais otimista sobre a companhia. O banco manteve sua recomendação neutra e reduziu o preço-alvo das ações, ressaltando que a capacidade da operadora de estabilizar sua base de beneficiários, especialmente em São Paulo, continua sendo um ponto crítico à medida que a competição na região se intensifica.
A Hapvida enfrenta desafios significativos para recuperar sua base de clientes em um ambiente competitivo, o que pode pressionar suas margens e impactar negativamente a percepção dos investidores. A necessidade de investir na rede credenciada e ajustar preços pode resultar em custos adicionais, dificultando sua rentabilidade a curto prazo.
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