Safra vê Marcopolo (POMO4) com fôlego em 2026, mas alerta para 2027
O Safra projeta um cenário mais otimista para a Marcopolo (POMO4) em 2026, com expectativas de estabilidade na produção de ônibus no Brasil. A análise indica que a demanda relacionada ao programa Caminho da Escola e os pedidos do Ministério da Saúde poderão compensar a fraqueza da demanda de ônibus urbanos. Contudo, o relatório adverte que 2027 pode trazer riscos, especialmente com os desafios políticos e econômicos previstos.
A projeção de um cenário favorável para a Marcopolo indica um potencial aumento nas vendas e uma melhora nos resultados financeiros da empresa no curto prazo, o que pode atrair investidores. Entretanto, o risco de um mercado fraco em 2027, devido a fatores políticos e econômicos, continua a ser uma preocupação para a sustentabilidade desse crescimento.
Leia também
Hoje às 17:50
Venda de títulos da SpaceX ocorre dias após acordo de dívida de $25 bilhões com grupo de foguetes e IA
Os títulos da SpaceX estão enfrentando uma venda significativa, com rendimentos se aproximando de níveis comumente associados a empresas com classificação de risco 'junk'.
Hoje às 17:48
Acre reforça calendário do vazio sanitário da soja e alerta para medidas de combate à ferrugem asiática
O governo do Acre publicou a Portaria nº 266/2026, estabelecendo medidas fitossanitárias para prevenir a ferrugem asiática da soja na safra 2026/2027.
Hoje às 17:37
Sefer, liquidada pelo BC, administra R$ 8 bilhões em 24 FIDCs
A liquidação extrajudicial da Sefer Investimentos, decretada pelo Banco Central, levanta importantes preocupações no mercado de fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs).
Hoje às 17:33
AgroPorto firma carta com 10 diretrizes para logística e competitividade
O Movimento AgroPorto assinou uma carta de compromissos com dez diretrizes estratégicas que visam fortalecer a logística do Brasil e promover políticas públicas para a infraestrutura.
Hoje às 17:29
Pará segue como segundo maior produtor nacional de pimenta-do-reino
O Pará se mantém como o segundo maior produtor de pimenta-do-reino do Brasil, com uma produção de 41,6 mil toneladas e 33,3% de participação no total nacional.