A direita leva mais uma. Agora, no Peru
Keiko Fujimori, candidata conservadora pró-mercado, lidera a corrida presidencial no Peru, com a contagem de votos mostrando uma vantagem mínima sobre o adversário Roberto Sánchez. A vitória de Fujimori, se confirmada, representa uma continuidade na tendência da direita na América do Sul, que se acentuou após a eleição de Javier Milei na Argentina. A possibilidade de políticas favoráveis ao mercado pode impactar positivamente os ativos peruanos nos próximos meses.
A expectativa de políticas mais favoráveis ao mercado, caso Fujimori seja confirmada como vencedora, pode impulsionar a valorização das ações e atrair investidores interessados em um ambiente econômico estável. O BTG projeta uma alta de até 30% nas ações locais em um ano, refletindo a confiança no avanço de reformas que buscam controlar o déficit e combater a corrupção, o que é essencial para a recuperação econômica do país.
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