Limitação de outros exportadores tende a fortalecer competitividade da carne brasileira
O Brasil deve preencher em julho a cota de 1,1 milhão de toneladas de carne bovina destinada à China em 2026, com exportações crescendo significativamente desde o início do ano. Em maio, o país embarcou 157,6 mil toneladas para a China, que representa um aumento de 14,25% comparado ao mesmo período de 2025, consolidando-se como o principal fornecedor com 55% das importações. Contudo, a imposição de cotas pelos chineses traz incertezas ao mercado, destacando a importância de preservar as margens de lucro em um cenário desafiador.
O fortalecimento da competitividade da carne brasileira no mercado chinês pode gerar um aumento substancial nas receitas do setor, o que é crucial para a economia nacional. No entanto, a vigência de cotas e sobretaxas pode limitar os ganhos, exigindo que os produtores busquem alternativas para manter a lucratividade em um ambiente competitivo desafiador.
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