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Usinas Siderurgicas de Minas Gerais SA-Usiminas Pfd A
Abertura
R$ 10,82
Máxima do dia
R$ 11,09
Mínima do dia
R$ 10,69
Volume
8,33 mi
Valor de mercado
12,48 bi
Máx. 52 semanas
R$ 12,18
Mín. 52 semanas
R$ 3,90
EPS/LPA
-2,1184
Em um cenário de incertezas devido a conflitos geopolíticos e ao ciclo de juros altas, gestores de investimento de empresas como Kapitalo, Avenue e Monte Bravo compartilham suas estratégias de alocação.
O Ibovespa fechou em alta expressiva de 1,71%, alcançando os 171.497,24 pontos, impulsionado pelo anúncio de um acordo preliminar nos conflitos do Oriente Médio.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
Os contratos futuros de minério de ferro enfrentam sua quinta sessão consecutiva de quedas, em grande parte devido à fraca demanda sazonal por aço na China.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, enfrenta uma correção significativa, acumulando uma queda de mais de 15% desde sua máxima histórica.
Os investidores estrangeiros estão mostrando um interesse crescente pelas commodities latino-americanas, com a Vale (VALE3) sendo um dos ativos mais discutidos durante reuniões do BTG Pactual.
O UBS BB revisou suas recomendações para o setor de commodities devido à escalada das tensões no Oriente Médio, que alterou a dinâmica de mercado.
As ações da Usiminas (USIM5) têm apresentado uma valorização significativa, acumulando 90,08% em 2026 e 116,67% nos últimos 12 meses, atraindo a atenção dos investidores.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
A forte correção do Ibovespa resultou em uma destruição significativa de valor para os investidores, com uma queda de 14,26% que fez o valor de mercado de 305 companhias abrir mão de R$ 778,1 bilhões.
A Vale (VALE3) se mostra otimista com o mercado global de minério de ferro, apesar de incertezas em relação à economia chinesa.
A Raízen apresentou um plano de recuperação extrajudicial que envolve injeções de capital e mudanças na governança, o que é crucial para estabilizar sua operação.
O Ibovespa subiu 1,16% nesta terça-feira (2), encerrando um ciclo de cinco quedas consecutivas, impulsionado pelo forte desempenho de ações da Vale (VALE3), siderúrgicas e bancos.
O Ibovespa demonstrou resiliência, fechando em alta de 1,16%, aos 174.197,10 pontos, mesmo diante da ameaça de tarifas adicionais dos EUA sobre produtos brasileiros.
O Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,16%, mantendo um movimento de recuperação após cinco sessões consecutivas de queda.
As ações das siderúrgicas CSN (CSNA3), Usiminas (USIM5) e Gerdau (GGBR3) registraram altas significativas e se destacaram entre os maiores ganhos do Ibovespa após uma decisão do governo dos Estados Unidos sobre tarifas de aço e alumínio.
Os Estados Unidos impuseram novas tarifas sobre produtos brasileiros exportados, mas o impacto no mercado foi mitigado por uma lista de exceções, incluindo minério e alimentos.
As ações das siderúrgicas CSN, Usiminas e Gerdau apresentaram altas significativas, com variações de até 9%, após a assinatura de uma nova proclamação pelo presidente dos Estados Unidos que reduz tarifas sobre aço e produtos derivados.
A Usiminas (USIM5) anunciou que a gestora de investimentos BlackRock elevou sua participação na empresa.
As ações da Usiminas tiveram uma valorização significativa, o que reflete um desempenho positivo da indústria de siderurgia, especialmente em tempos de recuperação da demanda.
Em maio, o Ibovespa apresentou um desempenho negativo, com 21 ações registrando uma queda superior a 10%, enquanto apenas 6 conseguiram subir pelo menos 10%.
As ações da Usiminas (USIM5) e da Braskem (BRKM5) destacam-se no Ibovespa, encerrando maio com altas significativas de 30,2% e 12,9% respectivamente, enquanto o índice recua 6,4%.
O Ibovespa apresentou movimentações significativas, com Usiminas (USIM5) liderando as altas e acumulando uma valorização de quase 72% no ano, refletindo a confiança dos investidores no desempenho da empresa.
O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,48%, fechando a 175.744,37 pontos, com a pressão significativa das ações da Petrobras (PETR3; PETR4), que caíram devido ao declínio dos preços do petróleo.
O radar corporativo destaca a listagem das ações da Azul na NYSE, um passo importante para a empresa em termos de visibilidade e atração de investidores internacionais.
O Ibovespa apresentou queda de 0,69%, fechando aos 176.589,03 pontos, influenciado pela escalada de tensões no Oriente Médio após ataques dos EUA ao Irã.
O Dia Nacional da Indústria, celebrado em 25 de maio, destaca a redução da participação do setor no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
As ações da Usiminas (USIM5) apresentaram forte valorização, acumulando 73,95% em 2026 e 94,18% nos últimos 12 meses, e foram identificadas entre os papéis com tendência de sobrecompra, com um Índice de Força Relativa (IFR) de 75,37 pontos.
O aumento do preço do Brent, em meio ao conflito entre os Estados Unidos e o Irã, trouxe resultados positivos para o setor de petróleo e gás, além de beneficiar empresas de varejo e siderurgia.
A possibilidade de um "Super El Niño" entre 2026 e 2027 está sendo amplamente monitorada pelo mercado, com impactos significativos esperados em setores como energia, mineração e agronegócio.
Em um cenário de incertezas devido a conflitos geopolíticos e ao ciclo de juros altas, gestores de investimento de empresas como Kapitalo, Avenue e Monte Bravo compartilham suas estratégias de alocação.
O Ibovespa fechou em alta expressiva de 1,71%, alcançando os 171.497,24 pontos, impulsionado pelo anúncio de um acordo preliminar nos conflitos do Oriente Médio.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
Os contratos futuros de minério de ferro enfrentam sua quinta sessão consecutiva de quedas, em grande parte devido à fraca demanda sazonal por aço na China.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, enfrenta uma correção significativa, acumulando uma queda de mais de 15% desde sua máxima histórica.
Os investidores estrangeiros estão mostrando um interesse crescente pelas commodities latino-americanas, com a Vale (VALE3) sendo um dos ativos mais discutidos durante reuniões do BTG Pactual.
O UBS BB revisou suas recomendações para o setor de commodities devido à escalada das tensões no Oriente Médio, que alterou a dinâmica de mercado.
As ações da Usiminas (USIM5) têm apresentado uma valorização significativa, acumulando 90,08% em 2026 e 116,67% nos últimos 12 meses, atraindo a atenção dos investidores.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
A forte correção do Ibovespa resultou em uma destruição significativa de valor para os investidores, com uma queda de 14,26% que fez o valor de mercado de 305 companhias abrir mão de R$ 778,1 bilhões.
A Vale (VALE3) se mostra otimista com o mercado global de minério de ferro, apesar de incertezas em relação à economia chinesa.
A Raízen apresentou um plano de recuperação extrajudicial que envolve injeções de capital e mudanças na governança, o que é crucial para estabilizar sua operação.
O Ibovespa subiu 1,16% nesta terça-feira (2), encerrando um ciclo de cinco quedas consecutivas, impulsionado pelo forte desempenho de ações da Vale (VALE3), siderúrgicas e bancos.
O Ibovespa demonstrou resiliência, fechando em alta de 1,16%, aos 174.197,10 pontos, mesmo diante da ameaça de tarifas adicionais dos EUA sobre produtos brasileiros.
O Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,16%, mantendo um movimento de recuperação após cinco sessões consecutivas de queda.
As ações das siderúrgicas CSN (CSNA3), Usiminas (USIM5) e Gerdau (GGBR3) registraram altas significativas e se destacaram entre os maiores ganhos do Ibovespa após uma decisão do governo dos Estados Unidos sobre tarifas de aço e alumínio.
Os Estados Unidos impuseram novas tarifas sobre produtos brasileiros exportados, mas o impacto no mercado foi mitigado por uma lista de exceções, incluindo minério e alimentos.
As ações das siderúrgicas CSN, Usiminas e Gerdau apresentaram altas significativas, com variações de até 9%, após a assinatura de uma nova proclamação pelo presidente dos Estados Unidos que reduz tarifas sobre aço e produtos derivados.
A Usiminas (USIM5) anunciou que a gestora de investimentos BlackRock elevou sua participação na empresa.
As ações da Usiminas tiveram uma valorização significativa, o que reflete um desempenho positivo da indústria de siderurgia, especialmente em tempos de recuperação da demanda.
Em maio, o Ibovespa apresentou um desempenho negativo, com 21 ações registrando uma queda superior a 10%, enquanto apenas 6 conseguiram subir pelo menos 10%.
As ações da Usiminas (USIM5) e da Braskem (BRKM5) destacam-se no Ibovespa, encerrando maio com altas significativas de 30,2% e 12,9% respectivamente, enquanto o índice recua 6,4%.
O Ibovespa apresentou movimentações significativas, com Usiminas (USIM5) liderando as altas e acumulando uma valorização de quase 72% no ano, refletindo a confiança dos investidores no desempenho da empresa.
O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,48%, fechando a 175.744,37 pontos, com a pressão significativa das ações da Petrobras (PETR3; PETR4), que caíram devido ao declínio dos preços do petróleo.
O radar corporativo destaca a listagem das ações da Azul na NYSE, um passo importante para a empresa em termos de visibilidade e atração de investidores internacionais.
O Ibovespa apresentou queda de 0,69%, fechando aos 176.589,03 pontos, influenciado pela escalada de tensões no Oriente Médio após ataques dos EUA ao Irã.
O Dia Nacional da Indústria, celebrado em 25 de maio, destaca a redução da participação do setor no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
As ações da Usiminas (USIM5) apresentaram forte valorização, acumulando 73,95% em 2026 e 94,18% nos últimos 12 meses, e foram identificadas entre os papéis com tendência de sobrecompra, com um Índice de Força Relativa (IFR) de 75,37 pontos.
O aumento do preço do Brent, em meio ao conflito entre os Estados Unidos e o Irã, trouxe resultados positivos para o setor de petróleo e gás, além de beneficiar empresas de varejo e siderurgia.
A possibilidade de um "Super El Niño" entre 2026 e 2027 está sendo amplamente monitorada pelo mercado, com impactos significativos esperados em setores como energia, mineração e agronegócio.