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O dólar à vista apresenta queda em relação ao real, reflexo do recuo da moeda norte-americana frente a outras moedas emergentes, impulsionado pela intensificação das negociações entre os Estados Unidos e Irã.
O dólar encerrou o dia praticamente estável em relação ao real, com uma leve queda de 0,05%, enquanto refletia a cautela dos investidores diante da situação geopolítica no Oriente Médio.
O dólar à vista encerrou a terça-feira (9) em leve baixa, cotado a R$ 5,1775, após oscilações causadas por notícias sobre o conflito entre EUA e Irã.
Nesta terça-feira, o dólar à vista fechou quase estável, com uma leve queda de 0,04% a R$ 5,1775, enquanto o real não conseguiu recuperar perdas anteriores em um cenário de cautela entre os investidores.
O dólar apresenta uma queda em relação ao real nesta segunda-feira, refletindo uma diminuição da aversão ao risco após a declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, de que Israel e Irã desejam um cessar-fogo imediato.
O dólar comercial encerrou o dia em alta, cotado a R$ 5,067, enquanto a Bolsa de Valores caiu para 170 mil pontos, um patamar não visto desde janeiro.
O dólar à vista apresenta uma alta de 0,24% em relação ao real, sendo negociado a R$ 5,039.
O Ibovespa fechou em queda de 0,88%, refletindo a volta das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã, o que gerou incerteza no mercado.
O dólar iniciou a semana em baixa frente ao real, com uma desvalorização de 0,53%, sendo negociado a R$ 5,003.
A economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, apontou que o PIB do primeiro trimestre será crucial para determinar a trajetória da Selic até 2026.
Renan Santos, se apresentando como potencial futuro presidente do Brasil, se reuniu com mais de 400 empresários em um fórum anual, onde discutiu questões como ajuste fiscal e reformas tributárias.
A avaliação do governo do presidente Lula apresenta uma leve melhora, com 38% dos brasileiros considerando sua gestão ruim ou péssima, enquanto 32% a veem como ótima ou boa.
O dólar à vista registrou alta de 0,55% ao fechar a R$ 5,0282, impulsionado pela postura conservadora do diretor do Federal Reserve, Christopher Waller, e as incertezas geopolíticas no Oriente Médio.
Durante a cerimônia de posse de Kevin Warsh como presidente do Federal Reserve, Donald Trump enfatizou a necessidade de independência na liderança do banco central dos EUA.
O dólar inicia o dia em alta, cotado a R$ 5,02, refletindo uma mudança de tendência que começou após notícias ligando Flávio Bolsonaro a uma investigação financeira, o que influenciou o mercado de câmbio local.
O dólar iniciou o dia em alta, refletindo as preocupações do mercado com a situação de impasse entre os Estados Unidos e o Irã, além da troca de presidência no Federal Reserve (Fed).
Apesar de indicadores econômicos positivos, como a redução da taxa de desemprego e o aumento da renda, Otávio Luis Leal alerta que o Brasil enfrenta sérios problemas estruturais.
O Banco Central do Brasil anunciou a realização de dois leilões de venda de dólares com compromisso de recompra, totalizando até US$ 1 bilhão.
As taxas dos DIs apresentaram uma queda acentuada devido a rumores sobre um possível acordo entre EUA e Irã, que trouxe um otimismo temporário ao mercado.
Hoje, o dólar opera em alta de 0,20% frente ao real, com a cotação no valor de R$ 5,013 na venda.
O Ibovespa Futuro experimenta uma queda nas primeiras operações do dia, em meio a incertezas sobre um possível acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã.
O economista Adolfo Sachsida, autor do 'Projeto Brasil', apresentou um diagnóstico sobre a situação fiscal do país, citando o aumento significativo da carga tributária e da dívida pública.
A instabilidade dos mercados globais aumenta com a guerra entre EUA e Israel e Irã, que eleva os juros dos títulos do Tesouro americano para os maiores patamares desde 2007.
Uma recente pesquisa da NielsenIQ revelou que mais de 50% dos lares brasileiros estão perto da insolvência, com 20% mostrando sinais claros de endividamento e contas atrasadas, especialmente nas regiões do Nordeste.
Associações do setor financeiro emitiram uma nota em apoio à autonomia do Banco Central do Brasil, destacando a importância dessa independência para a estabilidade da política monetária.
Quatorze entidades representativas do setor financeiro assinaram uma nota em apoio à autonomia financeira e orçamentária do Banco Central do Brasil, enfatizando a necessidade de reforço no orçamento e no quadro de pessoal para garantir a regulação eficaz do sistema financeiro.
O Brasil apresentou um fluxo cambial líquido positivo de US$1,588 bilhão até o dia 15 de maio, conforme dados do Banco Central.
O governo brasileiro anunciou um pacote de estímulos que pode resultar em um impacto de até 1,4 ponto percentual no PIB de 2026, totalizando aproximadamente R$ 190 bilhões.
O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa ampliar a autonomia do Banco Central (BC) apresentou o texto na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
O dólar comercial registrou uma alta de 0,85% nesta terça-feira, fechando a R$ 5,041.
O dólar à vista apresenta queda em relação ao real, reflexo do recuo da moeda norte-americana frente a outras moedas emergentes, impulsionado pela intensificação das negociações entre os Estados Unidos e Irã.
O dólar encerrou o dia praticamente estável em relação ao real, com uma leve queda de 0,05%, enquanto refletia a cautela dos investidores diante da situação geopolítica no Oriente Médio.
O dólar à vista encerrou a terça-feira (9) em leve baixa, cotado a R$ 5,1775, após oscilações causadas por notícias sobre o conflito entre EUA e Irã.
Nesta terça-feira, o dólar à vista fechou quase estável, com uma leve queda de 0,04% a R$ 5,1775, enquanto o real não conseguiu recuperar perdas anteriores em um cenário de cautela entre os investidores.
O dólar apresenta uma queda em relação ao real nesta segunda-feira, refletindo uma diminuição da aversão ao risco após a declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, de que Israel e Irã desejam um cessar-fogo imediato.
O dólar comercial encerrou o dia em alta, cotado a R$ 5,067, enquanto a Bolsa de Valores caiu para 170 mil pontos, um patamar não visto desde janeiro.
O dólar à vista apresenta uma alta de 0,24% em relação ao real, sendo negociado a R$ 5,039.
O Ibovespa fechou em queda de 0,88%, refletindo a volta das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã, o que gerou incerteza no mercado.
O dólar iniciou a semana em baixa frente ao real, com uma desvalorização de 0,53%, sendo negociado a R$ 5,003.
A economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, apontou que o PIB do primeiro trimestre será crucial para determinar a trajetória da Selic até 2026.
Renan Santos, se apresentando como potencial futuro presidente do Brasil, se reuniu com mais de 400 empresários em um fórum anual, onde discutiu questões como ajuste fiscal e reformas tributárias.
A avaliação do governo do presidente Lula apresenta uma leve melhora, com 38% dos brasileiros considerando sua gestão ruim ou péssima, enquanto 32% a veem como ótima ou boa.
O dólar à vista registrou alta de 0,55% ao fechar a R$ 5,0282, impulsionado pela postura conservadora do diretor do Federal Reserve, Christopher Waller, e as incertezas geopolíticas no Oriente Médio.
Durante a cerimônia de posse de Kevin Warsh como presidente do Federal Reserve, Donald Trump enfatizou a necessidade de independência na liderança do banco central dos EUA.
O dólar inicia o dia em alta, cotado a R$ 5,02, refletindo uma mudança de tendência que começou após notícias ligando Flávio Bolsonaro a uma investigação financeira, o que influenciou o mercado de câmbio local.
O dólar iniciou o dia em alta, refletindo as preocupações do mercado com a situação de impasse entre os Estados Unidos e o Irã, além da troca de presidência no Federal Reserve (Fed).
Apesar de indicadores econômicos positivos, como a redução da taxa de desemprego e o aumento da renda, Otávio Luis Leal alerta que o Brasil enfrenta sérios problemas estruturais.
O Banco Central do Brasil anunciou a realização de dois leilões de venda de dólares com compromisso de recompra, totalizando até US$ 1 bilhão.
As taxas dos DIs apresentaram uma queda acentuada devido a rumores sobre um possível acordo entre EUA e Irã, que trouxe um otimismo temporário ao mercado.
Hoje, o dólar opera em alta de 0,20% frente ao real, com a cotação no valor de R$ 5,013 na venda.
O Ibovespa Futuro experimenta uma queda nas primeiras operações do dia, em meio a incertezas sobre um possível acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã.
O economista Adolfo Sachsida, autor do 'Projeto Brasil', apresentou um diagnóstico sobre a situação fiscal do país, citando o aumento significativo da carga tributária e da dívida pública.
A instabilidade dos mercados globais aumenta com a guerra entre EUA e Israel e Irã, que eleva os juros dos títulos do Tesouro americano para os maiores patamares desde 2007.
Uma recente pesquisa da NielsenIQ revelou que mais de 50% dos lares brasileiros estão perto da insolvência, com 20% mostrando sinais claros de endividamento e contas atrasadas, especialmente nas regiões do Nordeste.
Associações do setor financeiro emitiram uma nota em apoio à autonomia do Banco Central do Brasil, destacando a importância dessa independência para a estabilidade da política monetária.
Quatorze entidades representativas do setor financeiro assinaram uma nota em apoio à autonomia financeira e orçamentária do Banco Central do Brasil, enfatizando a necessidade de reforço no orçamento e no quadro de pessoal para garantir a regulação eficaz do sistema financeiro.
O Brasil apresentou um fluxo cambial líquido positivo de US$1,588 bilhão até o dia 15 de maio, conforme dados do Banco Central.
O governo brasileiro anunciou um pacote de estímulos que pode resultar em um impacto de até 1,4 ponto percentual no PIB de 2026, totalizando aproximadamente R$ 190 bilhões.
O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa ampliar a autonomia do Banco Central (BC) apresentou o texto na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
O dólar comercial registrou uma alta de 0,85% nesta terça-feira, fechando a R$ 5,041.