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Construtora Tenda SA
Abertura
R$ 32,30
Máxima do dia
R$ 33,33
Mínima do dia
R$ 31,80
Volume
2,72 mi
Valor de mercado
3,68 bi
Máx. 52 semanas
R$ 34,97
Mín. 52 semanas
R$ 20,24
EPS/LPA
4,9212
P/L
6,7783
As construtoras ligadas ao segmento residencial enfrentam uma queda significativa nas ações, variando entre 30% e 35% desde os picos recentes.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
Recentemente, a saída de investidores estrangeiros e a reavaliação da trajetória dos juros nos Estados Unidos e no Brasil resultaram em uma bolsa doméstica negociando em níveis de avaliação raramente vistos na última década.
Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, os bancos estão se mostrando otimistas com as construtoras de baixa renda, como Cyrela (CYRE3), Tenda (TEND3) e Direcional (DIRR3).
O relatório do Itaú BBA aponta que entre abril e maio, o mercado acionário brasileiro viu saídas significativas de capital, levando a uma postura mais cautelosa tanto de investidores locais quanto internacionais.
As incorporadoras de capital aberto encerraram o primeiro trimestre com indicadores financeiros crescentes, conforme levantamento do Valor Data.
A Tenda comunicou que recebeu uma notificação de seu acionista Polo Capital, declarando que após a compra de ações da empresa, alcançou uma participação de 20,14% das ações ordinárias.
O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) apresentou uma alta significativa de 1,04% em abril de 2026, superando em muito os 0,36% registrados em março.
A S&P National Ratings elevou a classificação de crédito da construtora Tenda de 'brA+' para 'brAA-', mantendo uma perspectiva estável.
A Tenda (TEND3) anunciou a transição de seu CEO, com Marcos Cruz sendo indicado como sucessor de Rodrigo Osmo, após 15 anos à frente da empresa.
A Tenda anunciou a nomeação de Marcos Cruz como novo CEO, sucedendo Rodrigo Osmo, que ocupou o cargo durante 11 anos.
As construtoras listadas na B3 enfrentam uma forte queda em suas ações devido à alta de custos, especialmente com o aumento dos preços de materiais de construção impulsionados pela inflação e pela situação geopolítica no Irã.
Diversas empresas apresentaram seus resultados do primeiro trimestre de 2026, com reações contrastantes no mercado.
Em resposta à crescente inflação de materiais e mão de obra, a Tenda decidiu priorizar o aumento de margem de lucro em vez do volume de vendas.
As construtoras ligadas ao segmento residencial enfrentam uma queda significativa nas ações, variando entre 30% e 35% desde os picos recentes.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
Recentemente, a saída de investidores estrangeiros e a reavaliação da trajetória dos juros nos Estados Unidos e no Brasil resultaram em uma bolsa doméstica negociando em níveis de avaliação raramente vistos na última década.
Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, os bancos estão se mostrando otimistas com as construtoras de baixa renda, como Cyrela (CYRE3), Tenda (TEND3) e Direcional (DIRR3).
O relatório do Itaú BBA aponta que entre abril e maio, o mercado acionário brasileiro viu saídas significativas de capital, levando a uma postura mais cautelosa tanto de investidores locais quanto internacionais.
As incorporadoras de capital aberto encerraram o primeiro trimestre com indicadores financeiros crescentes, conforme levantamento do Valor Data.
A Tenda comunicou que recebeu uma notificação de seu acionista Polo Capital, declarando que após a compra de ações da empresa, alcançou uma participação de 20,14% das ações ordinárias.
O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) apresentou uma alta significativa de 1,04% em abril de 2026, superando em muito os 0,36% registrados em março.
A S&P National Ratings elevou a classificação de crédito da construtora Tenda de 'brA+' para 'brAA-', mantendo uma perspectiva estável.
A Tenda (TEND3) anunciou a transição de seu CEO, com Marcos Cruz sendo indicado como sucessor de Rodrigo Osmo, após 15 anos à frente da empresa.
A Tenda anunciou a nomeação de Marcos Cruz como novo CEO, sucedendo Rodrigo Osmo, que ocupou o cargo durante 11 anos.
As construtoras listadas na B3 enfrentam uma forte queda em suas ações devido à alta de custos, especialmente com o aumento dos preços de materiais de construção impulsionados pela inflação e pela situação geopolítica no Irã.
Diversas empresas apresentaram seus resultados do primeiro trimestre de 2026, com reações contrastantes no mercado.
Em resposta à crescente inflação de materiais e mão de obra, a Tenda decidiu priorizar o aumento de margem de lucro em vez do volume de vendas.