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Suzano S.A.
Abertura
R$ 41,44
Máxima do dia
R$ 41,53
Mínima do dia
R$ 40,70
Volume
2,37 mi
Valor de mercado
51,9 bi
Máx. 52 semanas
R$ 59,65
Mín. 52 semanas
R$ 40,17
EPS/LPA
9,2018
P/L
4,4938
A Suzano (SUZB3) aprovou um aumento de capital de R$ 14,6 milhões, sem a emissão de novas ações, conforme divulgado em ata de reunião do Conselho de Administração.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
A XP Investimentos divulgou um relatório com suas principais recomendações de ações em 13 setores da Bolsa brasileira, destacando empresas resilientes com boa geração de caixa em um cenário de alta de juros e inflação.
Empresas como Suzano e Agropalma estão intensificando seus investimentos em projetos de restauração florestal no Cerrado e na Amazônia, seguindo estratégias que visam não apenas a recuperação ambiental, mas também o desenvolvimento socioeconômico local.
A Suzano S.A.
A Suzano anunciou que obteve as devidas autorizações das autoridades concorrenciais para prosseguir com sua joint venture com a Kimberly-Clark.
Hoje, o mercado estará de olho em ações de empresas como Raízen, Neogrid, Suzano e Ecorodovias.
A Suzano, uma das maiores produtoras de papel e celulose do mundo, obteve a aprovação do governo britânico para firmar um acordo de US$ 3,4 bilhões com a Kimberly-Clark.
A Irani S.A.
O governo do Reino Unido aprovou a formação de uma joint venture de US$ 3,4 bilhões entre Suzano e Kimberly-Clark, ampliando a capacidade de ambas as empresas no setor de papel e celulose.
O Goldman Sachs apresentou uma visão otimista sobre empresas brasileiras do setor de commodities após o Brazil Commodities Day, destacando a Vale, Gerdau, Suzano e Aura Minerals.
O setor de papel e celulose no Brasil encerrou o primeiro trimestre de 2026 com um desempenho razoável, embora pressionado pela valorização do real frente ao dólar.
Um levantamento do BTG Pactual revelou que 29% das empresas brasileiras reportaram resultados fracos no primeiro trimestre de 2023, impactadas por juros elevados e um ambiente global desafiador.
A possibilidade de um "Super El Niño" entre 2026 e 2027 está sendo amplamente monitorada pelo mercado, com impactos significativos esperados em setores como energia, mineração e agronegócio.
A temporada de resultados do 1T26 trouxe um panorama misto, com 76% das ações do MSCI Brazil apresentando resultados abaixo das expectativas, especialmente em setores impactados por custos elevados e juros altos.
A XP Investimentos destacou quatro cenários possíveis para a Bolsa brasileira, considerando o aumento dos riscos domésticos e tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Os preços da celulose de fibra curta se mantiveram estáveis na China, enquanto a celulose de fibra longa também não apresentou variações significativas.
O mercado de franquias de seguros no Brasil apresentou um crescimento notável, com um aumento no número de redes de 21 para 26 entre 2022 e 2025, refletindo um impressionante ingresso de operações que saltaram de 3.796 para 6.713.
Em um recente relatório, os estrategistas do Morgan Stanley expressaram otimismo em relação ao Ibovespa, projetando que o índice pode atingir 240 mil pontos em um horizonte de 12 meses.
Na análise do dia, destacam-se os resultados financeiros de várias empresas, incluindo a Petrobras, que reportou um lucro líquido de R$ 32,66 bilhões, apesar de uma queda anual.
A Suzano anunciou que espera um aumento de 3% a 5% no custo caixa de produção de celulose para o segundo trimestre de 2023, comparado ao primeiro trimestre.
A União Europeia deu sinal verde para que a Suzano adquira uma participação majoritária na Kimberly-Clark International Family Care & Professional, em um negócio que supera US$ 3 bilhões.
A Suzano (SUZB3) aprovou um aumento de capital de R$ 14,6 milhões, sem a emissão de novas ações, conforme divulgado em ata de reunião do Conselho de Administração.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
A XP Investimentos divulgou um relatório com suas principais recomendações de ações em 13 setores da Bolsa brasileira, destacando empresas resilientes com boa geração de caixa em um cenário de alta de juros e inflação.
Empresas como Suzano e Agropalma estão intensificando seus investimentos em projetos de restauração florestal no Cerrado e na Amazônia, seguindo estratégias que visam não apenas a recuperação ambiental, mas também o desenvolvimento socioeconômico local.
A Suzano S.A.
A Suzano anunciou que obteve as devidas autorizações das autoridades concorrenciais para prosseguir com sua joint venture com a Kimberly-Clark.
Hoje, o mercado estará de olho em ações de empresas como Raízen, Neogrid, Suzano e Ecorodovias.
A Suzano, uma das maiores produtoras de papel e celulose do mundo, obteve a aprovação do governo britânico para firmar um acordo de US$ 3,4 bilhões com a Kimberly-Clark.
A Irani S.A.
O governo do Reino Unido aprovou a formação de uma joint venture de US$ 3,4 bilhões entre Suzano e Kimberly-Clark, ampliando a capacidade de ambas as empresas no setor de papel e celulose.
O Goldman Sachs apresentou uma visão otimista sobre empresas brasileiras do setor de commodities após o Brazil Commodities Day, destacando a Vale, Gerdau, Suzano e Aura Minerals.
O setor de papel e celulose no Brasil encerrou o primeiro trimestre de 2026 com um desempenho razoável, embora pressionado pela valorização do real frente ao dólar.
Um levantamento do BTG Pactual revelou que 29% das empresas brasileiras reportaram resultados fracos no primeiro trimestre de 2023, impactadas por juros elevados e um ambiente global desafiador.
A possibilidade de um "Super El Niño" entre 2026 e 2027 está sendo amplamente monitorada pelo mercado, com impactos significativos esperados em setores como energia, mineração e agronegócio.
A temporada de resultados do 1T26 trouxe um panorama misto, com 76% das ações do MSCI Brazil apresentando resultados abaixo das expectativas, especialmente em setores impactados por custos elevados e juros altos.
A XP Investimentos destacou quatro cenários possíveis para a Bolsa brasileira, considerando o aumento dos riscos domésticos e tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Os preços da celulose de fibra curta se mantiveram estáveis na China, enquanto a celulose de fibra longa também não apresentou variações significativas.
O mercado de franquias de seguros no Brasil apresentou um crescimento notável, com um aumento no número de redes de 21 para 26 entre 2022 e 2025, refletindo um impressionante ingresso de operações que saltaram de 3.796 para 6.713.
Em um recente relatório, os estrategistas do Morgan Stanley expressaram otimismo em relação ao Ibovespa, projetando que o índice pode atingir 240 mil pontos em um horizonte de 12 meses.
Na análise do dia, destacam-se os resultados financeiros de várias empresas, incluindo a Petrobras, que reportou um lucro líquido de R$ 32,66 bilhões, apesar de uma queda anual.
A Suzano anunciou que espera um aumento de 3% a 5% no custo caixa de produção de celulose para o segundo trimestre de 2023, comparado ao primeiro trimestre.
A União Europeia deu sinal verde para que a Suzano adquira uma participação majoritária na Kimberly-Clark International Family Care & Professional, em um negócio que supera US$ 3 bilhões.