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Smartfit Escola de Ginastica e Danca SA
Abertura
R$ 18,62
Máxima do dia
R$ 19,39
Mínima do dia
R$ 18,53
Volume
8,5 mi
Valor de mercado
11,56 bi
Máx. 52 semanas
R$ 27,40
Mín. 52 semanas
R$ 16,62
EPS/LPA
1,1461
P/L
17,3465
O Ibovespa passou por uma correção significativa, caindo 15% desde seu pico em abril.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
A Smart Fit (SMFT3) é vista por muitos investidores apenas como uma rede de academias, mas o Itaú BBA aponta para um potencial escondido na plataforma TotalPass, que configura uma nova alavanca de rentabilidade.
O mercado acionário brasileiro está em movimento com atualizações nas recomendações de ações de bancos e corretoras para empresas como Smart Fit e Rede D’Or.
As ações da Smart Fit (SMFT3) estão atualmente sendo negociadas a múltiplos baixos em relação ao lucro projetado, levando o Itaú BBA a reiterar sua recomendação de compra.
O artigo apresenta uma análise de várias ações que devem receber atenção no mercado nesta data, incluindo referências a Brava, Santander, Itaú, Smart Fit e Oi.
As empresas Smart Fit e Simpar anunciaram o pagamento de proventos aos seus acionistas, o que pode gerar atratividade para investidores interessados em renda passiva.
A Smart Fit anunciou um novo programa de recompra de até 13,6 milhões de ações, o que representa cerca de 2,5% do free float da empresa.
Os analistas da XP destacam que a deterioração do ambiente macroeconômico e a incerteza política continuam a impactar negativamente o setor varejista, levando a uma baixa convicção entre os investidores.
A Smart Fit (SMFT3), maior rede de academias da América Latina, anunciou um novo programa de recompra de ações após ter suas ações desvalorizadas em quase 20% em 2026.
As ações da Smart Fit (SMFT3) tiveram uma forte recuperação após a divulgação de resultados positivos do primeiro trimestre de 2026, com um lucro líquido de R$ 207 milhões, um crescimento de 47% em relação ao ano anterior.
O relatório do Itaú BBA aponta que entre abril e maio, o mercado acionário brasileiro viu saídas significativas de capital, levando a uma postura mais cautelosa tanto de investidores locais quanto internacionais.
O Ibovespa encerrou o dia em queda de 1,52%, atingindo 174.278,86 pontos e acumulando a terceira baixa consecutiva, em um cenário de aumento das tensões geopolíticas e alta nos juros globais.
O JPMorgan analisou os resultados do varejo no primeiro trimestre e identificou as principais ações no setor, destacando RD Saúde (RADL3), C&A (CEAB3) e Smart Fit (SMFT3).
O índice Ibovespa encerrou com uma queda de 1,80% após a divulgação de que Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, teria negociado R$ 134 milhões com Daniel Vorcaro, um ex-banqueiro envolvido em fraudes.
A XP revisou suas projeções econômicas, prevendo três cortes de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, que deve cair de 14,50% para 13,75%.
As ações da Smart Fit (SMFT3) tiveram um desempenho impressionante, subindo 13,20% após a divulgação de resultados do primeiro trimestre de 2026.
O Ibovespa Futuro inicia a quinta-feira em baixa, refletindo a apreensão dos investidores devido à queda nos preços de commodities energéticas e à incerteza sobre o cenário global.
O radar corporativo desta quinta-feira (7) destaca os resultados financeiros de várias empresas, incluindo Bradesco (BBDC4), Axia (AXIA3), Ultrapar (UGPA3) e Vivara (VIVA3).
A Smart Fit apresentou um lucro de R$ 172,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, o que representa um crescimento de 42,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Smart Fit (SMFT3) apresentou resultados financeiros robustos no primeiro trimestre de 2026, com lucro líquido recorrente de R$ 207 milhões, que representa um crescimento impressionante de 47% em relação ao ano anterior.
O Ibovespa passou por uma correção significativa, caindo 15% desde seu pico em abril.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
A Smart Fit (SMFT3) é vista por muitos investidores apenas como uma rede de academias, mas o Itaú BBA aponta para um potencial escondido na plataforma TotalPass, que configura uma nova alavanca de rentabilidade.
O mercado acionário brasileiro está em movimento com atualizações nas recomendações de ações de bancos e corretoras para empresas como Smart Fit e Rede D’Or.
As ações da Smart Fit (SMFT3) estão atualmente sendo negociadas a múltiplos baixos em relação ao lucro projetado, levando o Itaú BBA a reiterar sua recomendação de compra.
O artigo apresenta uma análise de várias ações que devem receber atenção no mercado nesta data, incluindo referências a Brava, Santander, Itaú, Smart Fit e Oi.
As empresas Smart Fit e Simpar anunciaram o pagamento de proventos aos seus acionistas, o que pode gerar atratividade para investidores interessados em renda passiva.
A Smart Fit anunciou um novo programa de recompra de até 13,6 milhões de ações, o que representa cerca de 2,5% do free float da empresa.
Os analistas da XP destacam que a deterioração do ambiente macroeconômico e a incerteza política continuam a impactar negativamente o setor varejista, levando a uma baixa convicção entre os investidores.
A Smart Fit (SMFT3), maior rede de academias da América Latina, anunciou um novo programa de recompra de ações após ter suas ações desvalorizadas em quase 20% em 2026.
As ações da Smart Fit (SMFT3) tiveram uma forte recuperação após a divulgação de resultados positivos do primeiro trimestre de 2026, com um lucro líquido de R$ 207 milhões, um crescimento de 47% em relação ao ano anterior.
O relatório do Itaú BBA aponta que entre abril e maio, o mercado acionário brasileiro viu saídas significativas de capital, levando a uma postura mais cautelosa tanto de investidores locais quanto internacionais.
O Ibovespa encerrou o dia em queda de 1,52%, atingindo 174.278,86 pontos e acumulando a terceira baixa consecutiva, em um cenário de aumento das tensões geopolíticas e alta nos juros globais.
O JPMorgan analisou os resultados do varejo no primeiro trimestre e identificou as principais ações no setor, destacando RD Saúde (RADL3), C&A (CEAB3) e Smart Fit (SMFT3).
O índice Ibovespa encerrou com uma queda de 1,80% após a divulgação de que Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, teria negociado R$ 134 milhões com Daniel Vorcaro, um ex-banqueiro envolvido em fraudes.
A XP revisou suas projeções econômicas, prevendo três cortes de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, que deve cair de 14,50% para 13,75%.
As ações da Smart Fit (SMFT3) tiveram um desempenho impressionante, subindo 13,20% após a divulgação de resultados do primeiro trimestre de 2026.
O Ibovespa Futuro inicia a quinta-feira em baixa, refletindo a apreensão dos investidores devido à queda nos preços de commodities energéticas e à incerteza sobre o cenário global.
O radar corporativo desta quinta-feira (7) destaca os resultados financeiros de várias empresas, incluindo Bradesco (BBDC4), Axia (AXIA3), Ultrapar (UGPA3) e Vivara (VIVA3).
A Smart Fit apresentou um lucro de R$ 172,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, o que representa um crescimento de 42,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Smart Fit (SMFT3) apresentou resultados financeiros robustos no primeiro trimestre de 2026, com lucro líquido recorrente de R$ 207 milhões, que representa um crescimento impressionante de 47% em relação ao ano anterior.