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RIACHUELO
Abertura
R$ 8,70
Máxima do dia
R$ 8,97
Mínima do dia
R$ 8,61
Volume
2,36 mi
Valor de mercado
4,42 bi
Máx. 52 semanas
R$ 11,90
Mín. 52 semanas
R$ 7,36
EPS/LPA
3,0141
P/L
2,9237
Dados recentes do Banco Central mostram que as famílias estão cada vez mais endividadas, o que tem gerado preocupações entre os investidores sobre a deterioração da inadimplência e seu possível impacto na qualidade dos ativos financeiros.
Os resultados do primeiro trimestre de 2026 mostraram um cenário de desaceleração para o varejo, mas o JPMorgan acredita que o setor pode se recuperar no segundo trimestre.
O aumento do preço do Brent, em meio ao conflito entre os Estados Unidos e o Irã, trouxe resultados positivos para o setor de petróleo e gás, além de beneficiar empresas de varejo e siderurgia.
As ações das varejistas brasileiras, incluindo C&A (CEAB3), Lojas Renner (LREN3) e Riachuelo (RIAA3), apresentaram quedas significativas após a eliminação da 'Taxa das Blusinhas' pelo governo, que refletia uma taxa de 20% sobre compras internacionais abaixo de US$ 50.
Na última terça-feira, o governo eliminou a tarifa federal de 20% sobre compras internacionais abaixo de US$ 50.
O radar corporativo destaca os resultados financeiros de várias companhias, incluindo Vivo, Copasa e BTG Pactual.
A Riachuelo (RIAA3) anunciou que seu conselho de administração aprovou o pagamento de R$ 40 milhões em juros sobre o capital próprio.
O Ibovespa Futuro inicia a quinta-feira em baixa, refletindo a apreensão dos investidores devido à queda nos preços de commodities energéticas e à incerteza sobre o cenário global.
O radar corporativo desta quinta-feira (7) destaca os resultados financeiros de várias empresas, incluindo Bradesco (BBDC4), Axia (AXIA3), Ultrapar (UGPA3) e Vivara (VIVA3).
A Riachuelo (RIAA3) anunciou um lucro líquido de R$ 5 milhões no primeiro trimestre de 2026, marcando uma significativa reversão em relação aos prejuízos dos últimos seis anos.
Dados recentes do Banco Central mostram que as famílias estão cada vez mais endividadas, o que tem gerado preocupações entre os investidores sobre a deterioração da inadimplência e seu possível impacto na qualidade dos ativos financeiros.
Os resultados do primeiro trimestre de 2026 mostraram um cenário de desaceleração para o varejo, mas o JPMorgan acredita que o setor pode se recuperar no segundo trimestre.
O aumento do preço do Brent, em meio ao conflito entre os Estados Unidos e o Irã, trouxe resultados positivos para o setor de petróleo e gás, além de beneficiar empresas de varejo e siderurgia.
As ações das varejistas brasileiras, incluindo C&A (CEAB3), Lojas Renner (LREN3) e Riachuelo (RIAA3), apresentaram quedas significativas após a eliminação da 'Taxa das Blusinhas' pelo governo, que refletia uma taxa de 20% sobre compras internacionais abaixo de US$ 50.
Na última terça-feira, o governo eliminou a tarifa federal de 20% sobre compras internacionais abaixo de US$ 50.
O radar corporativo destaca os resultados financeiros de várias companhias, incluindo Vivo, Copasa e BTG Pactual.
A Riachuelo (RIAA3) anunciou que seu conselho de administração aprovou o pagamento de R$ 40 milhões em juros sobre o capital próprio.
O Ibovespa Futuro inicia a quinta-feira em baixa, refletindo a apreensão dos investidores devido à queda nos preços de commodities energéticas e à incerteza sobre o cenário global.
O radar corporativo desta quinta-feira (7) destaca os resultados financeiros de várias empresas, incluindo Bradesco (BBDC4), Axia (AXIA3), Ultrapar (UGPA3) e Vivara (VIVA3).
A Riachuelo (RIAA3) anunciou um lucro líquido de R$ 5 milhões no primeiro trimestre de 2026, marcando uma significativa reversão em relação aos prejuízos dos últimos seis anos.