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Raizen SA Non-Cum Perp Pfd Registered Shs
Abertura
R$ 0,44
Máxima do dia
R$ 0,55
Mínima do dia
R$ 0,42
Volume
60,83 mi
Valor de mercado
4,56 bi
Máx. 52 semanas
R$ 1,93
Mín. 52 semanas
R$ 0,33
EPS/LPA
-2,1523
A Raízen, produtora de açúcar e etanol, anunciou que o apoio ao seu plano de recuperação extrajudicial aumentou de 75,45% para 80,15%.
A Raízen anunciou que a adesão de credores ao seu plano de recuperação extrajudicial aumentou de 75,4% para 80,1% do total de R$ 64,7 bilhões em créditos.
O Ibovespa passou por uma correção significativa, caindo 15% desde seu pico em abril.
A Raízen (RAIZ4), uma grande empresa brasileira, passou por uma crise financeira significativa que culminou na maior recuperação extrajudicial do Brasil.
O Ibovespa teve uma queda de 0,21% nesta segunda-feira, impactado principalmente pelas ações da Vale (VALE3), em um dia marcado por volume reduzido de negociações.
As ações da Raízen (RAIZ4) estão em queda após a aprovação de 75,45% dos credores ao plano de recuperação extrajudicial da empresa, que visa reestruturar R$ 64,7 bilhões em dívidas.
A Raízen conseguiu a aprovação de seu plano de recuperação extrajudicial, com o apoio de 75% de seus credores, o que permitirá a conversão de 45% de suas dívidas em ações.
O radar corporativo destaca o plano de recuperação extrajudicial da Raízen (RAIZ4), que busca reestruturar uma dívida de R$ 64,7 bilhões.
A Raízen, em um processo de recuperação extrajudicial que envolve dívidas de R$ 64,7 bilhões, alcançou um acordo com aproximadamente 75% dos credores.
A Raízen (RAIZ4), produtora de açúcar e etanol, revelou um plano de reestruturação extrajudicial de R$64,7 bilhões, após receber apoio de mais de 75% de seus credores.
A Raízen, em um movimento significativo, conseguiu aprovar o maior plano de recuperação extrajudicial da história do Brasil, envolvendo a reestruturação de R$ 65 bilhões em dívida.
O presidente da Raízen, Nelson Gomes, anunciou que a formalização do plano de recuperação extrajudicial da companhia, avaliado em R$ 64,7 bilhões, é um marco significativo para a reestruturação operacional e financeira da empresa.
A Raízen avançou em sua recuperação extrajudicial ao protocolar um plano que contempla um passivo de R$ 64,7 bilhões, com apoio de credores representando 75,45% das dívidas.
A Raízen protocolou um Plano de Recuperação Extrajudicial para reestruturar sua dívida de R$ 64,7 bilhões, com apoio de 75,45% dos credores.
A Raízen (RAIZ4) protocolou um plano de recuperação extrajudicial visando reestruturar sua dívida de R$ 64,7 bilhões, com a adesão de 75,45% dos credores.
A Raízen apresentou um Plano de Recuperação Extrajudicial para reestruturar sua dívida de R$ 64,7 bilhões, que conta com a adesão de 75,45% dos credores, incluindo bancos e detentores de títulos internacionais.
A Raízen anunciou a confirmação de um acordo de dívida extrajudicial no valor de R$ 65 bilhões com seus credores, um passo significativo na sua reestruturação financeira.
A Raízen, uma das principais produtoras de etanol e açúcar do Brasil, conseguiu chegar a um acordo extrajudicial para reestruturar R$ 65 bilhões em dívidas.
A Raízen obteve a adesão de 75% de seus credores para a maior recuperação extrajudicial da história brasileira, envolvendo R$ 66 bilhões em dívidas.
A diferença entre os juros pagos pelas debêntures de empresas e os dos títulos públicos, indicador do apetite dos investidores por papéis privados, começou a ceder após uma alta acentuada entre março e abril.
O radar corporativo desta sexta-feira traz várias movimentações importantes no mercado.
A Raízen, em um movimento significativo dentro de seu processo de recuperação extrajudicial, anunciou a venda de suas operações de refino e comercialização de combustíveis na Argentina para o grupo Mercuria Energy.
A Raízen, através de sua subsidiária Raízen Energia, assinou um contrato vinculante para a venda de suas operações de downstream na Argentina, totalizando US$ 1,420 bilhão.
A Raízen anunciou a venda de seus ativos de refino e comercialização na Argentina por um total de US$ 1,42 bilhão.
A Raízen anunciou a venda de suas operações de downstream na Argentina por US$ 1,420 bilhão, com a transação envolvida entre sua subsidiária Raízen Energia e empresas ligadas ao Mercuria Energy Group.
A Raízen (RAIZ4) anunciou a assinatura de um contrato para vender suas operações downstream na Argentina por US$1,42 bilhão.
O noticiário corporativo destaca a Raízen, que está próxima de vender suas operações na Argentina por R$ 7 bilhões, um movimento estratégico para melhorar sua saúde financeira.
O radar corporativo desta quarta-feira destaca a aquisição da usina hidrelétrica de Três Irmãos pela Axia (AXIA3), além da redução da participação do Bradesco (BBDC4) na Brava Energia (BRAV3) para 3,04%.
A Raízen apresentou um plano de recuperação extrajudicial que envolve injeções de capital e mudanças na governança, o que é crucial para estabilizar sua operação.
A Raízen apresentou um plano de recuperação extrajudicial com um aporte significativo de R$ 3,5 bilhões pela Shell para reestruturar suas operações.
A Raízen, produtora de açúcar e etanol, anunciou que o apoio ao seu plano de recuperação extrajudicial aumentou de 75,45% para 80,15%.
A Raízen anunciou que a adesão de credores ao seu plano de recuperação extrajudicial aumentou de 75,4% para 80,1% do total de R$ 64,7 bilhões em créditos.
O Ibovespa passou por uma correção significativa, caindo 15% desde seu pico em abril.
A Raízen (RAIZ4), uma grande empresa brasileira, passou por uma crise financeira significativa que culminou na maior recuperação extrajudicial do Brasil.
O Ibovespa teve uma queda de 0,21% nesta segunda-feira, impactado principalmente pelas ações da Vale (VALE3), em um dia marcado por volume reduzido de negociações.
As ações da Raízen (RAIZ4) estão em queda após a aprovação de 75,45% dos credores ao plano de recuperação extrajudicial da empresa, que visa reestruturar R$ 64,7 bilhões em dívidas.
A Raízen conseguiu a aprovação de seu plano de recuperação extrajudicial, com o apoio de 75% de seus credores, o que permitirá a conversão de 45% de suas dívidas em ações.
O radar corporativo destaca o plano de recuperação extrajudicial da Raízen (RAIZ4), que busca reestruturar uma dívida de R$ 64,7 bilhões.
A Raízen, em um processo de recuperação extrajudicial que envolve dívidas de R$ 64,7 bilhões, alcançou um acordo com aproximadamente 75% dos credores.
A Raízen (RAIZ4), produtora de açúcar e etanol, revelou um plano de reestruturação extrajudicial de R$64,7 bilhões, após receber apoio de mais de 75% de seus credores.
A Raízen, em um movimento significativo, conseguiu aprovar o maior plano de recuperação extrajudicial da história do Brasil, envolvendo a reestruturação de R$ 65 bilhões em dívida.
O presidente da Raízen, Nelson Gomes, anunciou que a formalização do plano de recuperação extrajudicial da companhia, avaliado em R$ 64,7 bilhões, é um marco significativo para a reestruturação operacional e financeira da empresa.
A Raízen avançou em sua recuperação extrajudicial ao protocolar um plano que contempla um passivo de R$ 64,7 bilhões, com apoio de credores representando 75,45% das dívidas.
A Raízen protocolou um Plano de Recuperação Extrajudicial para reestruturar sua dívida de R$ 64,7 bilhões, com apoio de 75,45% dos credores.
A Raízen (RAIZ4) protocolou um plano de recuperação extrajudicial visando reestruturar sua dívida de R$ 64,7 bilhões, com a adesão de 75,45% dos credores.
A Raízen apresentou um Plano de Recuperação Extrajudicial para reestruturar sua dívida de R$ 64,7 bilhões, que conta com a adesão de 75,45% dos credores, incluindo bancos e detentores de títulos internacionais.
A Raízen anunciou a confirmação de um acordo de dívida extrajudicial no valor de R$ 65 bilhões com seus credores, um passo significativo na sua reestruturação financeira.
A Raízen, uma das principais produtoras de etanol e açúcar do Brasil, conseguiu chegar a um acordo extrajudicial para reestruturar R$ 65 bilhões em dívidas.
A Raízen obteve a adesão de 75% de seus credores para a maior recuperação extrajudicial da história brasileira, envolvendo R$ 66 bilhões em dívidas.
A diferença entre os juros pagos pelas debêntures de empresas e os dos títulos públicos, indicador do apetite dos investidores por papéis privados, começou a ceder após uma alta acentuada entre março e abril.
O radar corporativo desta sexta-feira traz várias movimentações importantes no mercado.
A Raízen, em um movimento significativo dentro de seu processo de recuperação extrajudicial, anunciou a venda de suas operações de refino e comercialização de combustíveis na Argentina para o grupo Mercuria Energy.
A Raízen, através de sua subsidiária Raízen Energia, assinou um contrato vinculante para a venda de suas operações de downstream na Argentina, totalizando US$ 1,420 bilhão.
A Raízen anunciou a venda de seus ativos de refino e comercialização na Argentina por um total de US$ 1,42 bilhão.
A Raízen anunciou a venda de suas operações de downstream na Argentina por US$ 1,420 bilhão, com a transação envolvida entre sua subsidiária Raízen Energia e empresas ligadas ao Mercuria Energy Group.
A Raízen (RAIZ4) anunciou a assinatura de um contrato para vender suas operações downstream na Argentina por US$1,42 bilhão.
O noticiário corporativo destaca a Raízen, que está próxima de vender suas operações na Argentina por R$ 7 bilhões, um movimento estratégico para melhorar sua saúde financeira.
O radar corporativo desta quarta-feira destaca a aquisição da usina hidrelétrica de Três Irmãos pela Axia (AXIA3), além da redução da participação do Bradesco (BBDC4) na Brava Energia (BRAV3) para 3,04%.
A Raízen apresentou um plano de recuperação extrajudicial que envolve injeções de capital e mudanças na governança, o que é crucial para estabilizar sua operação.
A Raízen apresentou um plano de recuperação extrajudicial com um aporte significativo de R$ 3,5 bilhões pela Shell para reestruturar suas operações.