© 2026 Meridian. Todos os direitos reservados.
Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA
Abertura
R$ 1,28
Máxima do dia
R$ 1,29
Mínima do dia
R$ 1,22
Volume
4,9 mi
Valor de mercado
1,42 bi
Máx. 52 semanas
R$ 5,77
Mín. 52 semanas
R$ 0,99
EPS/LPA
-4,7155
A Oncoclínicas (ONCO3) admitiu que a possibilidade de recuperação extrajudicial está sendo considerada e convocou assembleias de debenturistas para discutir a renegociação de suas dívidas.
O Cade aprovou a aquisição de 11,9% do capital da Oncoclínicas por fundos controlados pelo Banco Master, consolidando uma participação total de aproximadamente 20,17%.
As ações da Oncoclínicas (ONCO3) sofreram uma queda acentuada de mais de 24% após surgimento de preocupações sobre a recuperação da empresa.
As ações da Oncoclínicas (ONCO3) sofreram uma queda brusca de quase 27%, gerando preocupação entre investidores devido a incertezas relacionadas à sua dívida e ao processo de recuperação extrajudicial.
A Oncoclínicas (ONCO3) enfrenta um momento crítico financeiro enquanto tenta desmentir rumores sobre uma possível capitalização de R$ 500 milhões.
O radar corporativo destaca a listagem das ações da Azul na NYSE, um passo importante para a empresa em termos de visibilidade e atração de investidores internacionais.
A Oncoclínicas (ONCO3) afirmou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que não tem conhecimento de uma proposta de capitalização de R$ 500 milhões.
O relatório do BTG Pactual destaca um desempenho positivo das empresas do setor de saúde no primeiro trimestre de 2026, com crescimento de receita e melhorias operacionais.
As ações do grupo Oncoclínicas (ONCO3) apresentam queda de 3,4% após a divulgação de prejuízo líquido de R$438,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, ampliando-se em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Oncoclínicas está conseguindo retomar gradualmente os atendimentos que estavam atrasados após a aprovação de um empréstimo de R$ 150 milhões.
O primeiro trimestre de 2026 foi marcado por uma variedade de resultados financeiros de diversas empresas, destacando-se o Méliuz (CASH3), que viu seu lucro líquido ajustado crescer 36%, mesmo enfrentando um EBITDA consolidado negativo devido a perdas relacionadas ao Bitcoin.
O balanço do primeiro trimestre de 2026 da Oncoclínicas levantou preocupações quanto à continuidade operacional da empresa, conforme apontado pela auditoria da Deloitte.
No primeiro trimestre de 2026, a Oncoclínicas registrou um prejuízo de R$ 438,7 milhões, mais de três vezes maior em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Oncoclínicas enfrenta uma grave crise financeira, levando médicos especializados em tratamento oncológico a buscarem oportunidades na Rede D’Or, que, segundo seu CEO, Paulo Moll, está tendo um aumento significativo na demanda.
A Oncoclínicas comunicou que não houveram alterações em sua base acionária após um questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A Oncoclínicas (ONCO3) admitiu que a possibilidade de recuperação extrajudicial está sendo considerada e convocou assembleias de debenturistas para discutir a renegociação de suas dívidas.
O Cade aprovou a aquisição de 11,9% do capital da Oncoclínicas por fundos controlados pelo Banco Master, consolidando uma participação total de aproximadamente 20,17%.
As ações da Oncoclínicas (ONCO3) sofreram uma queda acentuada de mais de 24% após surgimento de preocupações sobre a recuperação da empresa.
As ações da Oncoclínicas (ONCO3) sofreram uma queda brusca de quase 27%, gerando preocupação entre investidores devido a incertezas relacionadas à sua dívida e ao processo de recuperação extrajudicial.
A Oncoclínicas (ONCO3) enfrenta um momento crítico financeiro enquanto tenta desmentir rumores sobre uma possível capitalização de R$ 500 milhões.
O radar corporativo destaca a listagem das ações da Azul na NYSE, um passo importante para a empresa em termos de visibilidade e atração de investidores internacionais.
A Oncoclínicas (ONCO3) afirmou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que não tem conhecimento de uma proposta de capitalização de R$ 500 milhões.
O relatório do BTG Pactual destaca um desempenho positivo das empresas do setor de saúde no primeiro trimestre de 2026, com crescimento de receita e melhorias operacionais.
As ações do grupo Oncoclínicas (ONCO3) apresentam queda de 3,4% após a divulgação de prejuízo líquido de R$438,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, ampliando-se em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Oncoclínicas está conseguindo retomar gradualmente os atendimentos que estavam atrasados após a aprovação de um empréstimo de R$ 150 milhões.
O primeiro trimestre de 2026 foi marcado por uma variedade de resultados financeiros de diversas empresas, destacando-se o Méliuz (CASH3), que viu seu lucro líquido ajustado crescer 36%, mesmo enfrentando um EBITDA consolidado negativo devido a perdas relacionadas ao Bitcoin.
O balanço do primeiro trimestre de 2026 da Oncoclínicas levantou preocupações quanto à continuidade operacional da empresa, conforme apontado pela auditoria da Deloitte.
No primeiro trimestre de 2026, a Oncoclínicas registrou um prejuízo de R$ 438,7 milhões, mais de três vezes maior em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Oncoclínicas enfrenta uma grave crise financeira, levando médicos especializados em tratamento oncológico a buscarem oportunidades na Rede D’Or, que, segundo seu CEO, Paulo Moll, está tendo um aumento significativo na demanda.
A Oncoclínicas comunicou que não houveram alterações em sua base acionária após um questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).