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Natura Cosmeticos SA
Abertura
R$ 8,47
Máxima do dia
R$ 8,59
Mínima do dia
R$ 8,41
Volume
15,07 mi
Valor de mercado
11,7 bi
Máx. 52 semanas
R$ 11,30
Mín. 52 semanas
R$ 7,13
EPS/LPA
-1,5623
Em um cenário de incertezas devido a conflitos geopolíticos e ao ciclo de juros altas, gestores de investimento de empresas como Kapitalo, Avenue e Monte Bravo compartilham suas estratégias de alocação.
A ação da Natura teve uma queda significativa de quase 8% nos últimos dias, com uma perda de 5,7% somente ontem.
A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) prevê que o Dia dos Namorados no Brasil injetará R$ 26 bilhões no comércio, mostrando uma alta de cerca de 20% em relação ao ano anterior.
A Natura decidiu continuar com a adesão voluntária aos padrões de divulgação de informações financeiras ligadas à sustentabilidade, apesar do recuo da CVM sobre a obrigatoriedade desses relatórios.
O UBS BB rebaixou a recomendação das ações da Natura (NATU3) para neutro, refletindo uma visão ainda desfavorável em relação à recuperação da empresa.
O Citi expressou cautela em relação à Natura (NATU3) após a divulgação de resultados abaixo do esperado, cortando suas projeções para a empresa.
A XP Investimentos revisou para baixo as projeções de lucro da Natura (NATU3) devido a resultados mais fracos no primeiro trimestre de 2026.
Os resultados fracos do primeiro trimestre de 2026 da Natura (NATU3) forçaram a XP Investimentos a revisar suas expectativas para a companhia, adotando uma postura mais conservadora.
Os analistas da XP destacam que a deterioração do ambiente macroeconômico e a incerteza política continuam a impactar negativamente o setor varejista, levando a uma baixa convicção entre os investidores.
Um levantamento do BTG Pactual revelou que 29% das empresas brasileiras reportaram resultados fracos no primeiro trimestre de 2023, impactadas por juros elevados e um ambiente global desafiador.
A Natura (NATU3) divulgou um desempenho decepcionante no primeiro trimestre de 2026, com um prejuízo líquido de R$ 445 milhões, um aumento significativo em relação aos R$ 152 milhões negativos do mesmo período do ano anterior.
O setor de beleza enfrenta um cenário de intensa movimentação estratégica, com uma competição crescente entre marcas tradicionais e a entrada de novas marcas digitais e internacionais.
O Bank of America (BofA) rebaixou as ações de Azzas (AZUL3), Alpargatas (ALPA3), Renner (LREN3) e Natura (NATU3) em decorrência do fim da 'taxa das blusinhas', que isentava impostos sobre produtos importados de até US$ 50.
A Natura Cosméticos, proprietária das marcas Natura e Avon, apresentou um primeiro trimestre desafiador, com um aumento no prejuízo e queda nas vendas e rentabilidade.
O Ibovespa encerrou a sessão de hoje com uma queda de 0,80%, fechando a 180.342,33 pontos, influenciado por um noticiário corporativo intenso e dados de inflação tanto no Brasil quanto nos EUA.
O presidente da Natura, João Paulo Ferreira, afirmou que o debate sobre o fim da escala de trabalho 6x1 é pertinente e deve ser considerado com cautela.
A Natura alertou que os impactos da guerra no Oriente Médio nos custos de operação são atualmente controláveis, mas há risco de se tornarem críticos se o conflito se estender.
As ações da Natura (NATU3) enfrentaram uma queda significativa de até 6% após a divulgação de resultados financeiros preocupantes.
Na análise do dia, destacam-se os resultados financeiros de várias empresas, incluindo a Petrobras, que reportou um lucro líquido de R$ 32,66 bilhões, apesar de uma queda anual.
A Natura Cosméticos, controladora das marcas Natura e Avon, registrou um prejuízo líquido de R$ 444,5 milhões no primeiro trimestre deste ano, marcando uma reversão em relação ao lucro de R$ 96,7 milhões no mesmo período do ano anterior.
A Natura (NATU3) reportou um prejuízo líquido de R$ 445 milhões no primeiro trimestre, um aumento significativo em relação ao prejuízo de R$ 152 milhões registrado no mesmo período do ano passado.
O Ibovespa Futuro apresentou uma queda de 0,41% nas primeiras negociações do dia, refletindo um cenário externo cauteloso.
O JPMorgan revisou suas recomendações para as ações da Natura (NATU3), elevando de neutra para overweight e ajustando o preço-alvo de R$ 10,50 para R$ 14 até dezembro de 2026, o que representa uma possível valorização de 40%.
Em um cenário de incertezas devido a conflitos geopolíticos e ao ciclo de juros altas, gestores de investimento de empresas como Kapitalo, Avenue e Monte Bravo compartilham suas estratégias de alocação.
A ação da Natura teve uma queda significativa de quase 8% nos últimos dias, com uma perda de 5,7% somente ontem.
A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) prevê que o Dia dos Namorados no Brasil injetará R$ 26 bilhões no comércio, mostrando uma alta de cerca de 20% em relação ao ano anterior.
A Natura decidiu continuar com a adesão voluntária aos padrões de divulgação de informações financeiras ligadas à sustentabilidade, apesar do recuo da CVM sobre a obrigatoriedade desses relatórios.
O UBS BB rebaixou a recomendação das ações da Natura (NATU3) para neutro, refletindo uma visão ainda desfavorável em relação à recuperação da empresa.
O Citi expressou cautela em relação à Natura (NATU3) após a divulgação de resultados abaixo do esperado, cortando suas projeções para a empresa.
A XP Investimentos revisou para baixo as projeções de lucro da Natura (NATU3) devido a resultados mais fracos no primeiro trimestre de 2026.
Os resultados fracos do primeiro trimestre de 2026 da Natura (NATU3) forçaram a XP Investimentos a revisar suas expectativas para a companhia, adotando uma postura mais conservadora.
Os analistas da XP destacam que a deterioração do ambiente macroeconômico e a incerteza política continuam a impactar negativamente o setor varejista, levando a uma baixa convicção entre os investidores.
Um levantamento do BTG Pactual revelou que 29% das empresas brasileiras reportaram resultados fracos no primeiro trimestre de 2023, impactadas por juros elevados e um ambiente global desafiador.
A Natura (NATU3) divulgou um desempenho decepcionante no primeiro trimestre de 2026, com um prejuízo líquido de R$ 445 milhões, um aumento significativo em relação aos R$ 152 milhões negativos do mesmo período do ano anterior.
O setor de beleza enfrenta um cenário de intensa movimentação estratégica, com uma competição crescente entre marcas tradicionais e a entrada de novas marcas digitais e internacionais.
O Bank of America (BofA) rebaixou as ações de Azzas (AZUL3), Alpargatas (ALPA3), Renner (LREN3) e Natura (NATU3) em decorrência do fim da 'taxa das blusinhas', que isentava impostos sobre produtos importados de até US$ 50.
A Natura Cosméticos, proprietária das marcas Natura e Avon, apresentou um primeiro trimestre desafiador, com um aumento no prejuízo e queda nas vendas e rentabilidade.
O Ibovespa encerrou a sessão de hoje com uma queda de 0,80%, fechando a 180.342,33 pontos, influenciado por um noticiário corporativo intenso e dados de inflação tanto no Brasil quanto nos EUA.
O presidente da Natura, João Paulo Ferreira, afirmou que o debate sobre o fim da escala de trabalho 6x1 é pertinente e deve ser considerado com cautela.
A Natura alertou que os impactos da guerra no Oriente Médio nos custos de operação são atualmente controláveis, mas há risco de se tornarem críticos se o conflito se estender.
As ações da Natura (NATU3) enfrentaram uma queda significativa de até 6% após a divulgação de resultados financeiros preocupantes.
Na análise do dia, destacam-se os resultados financeiros de várias empresas, incluindo a Petrobras, que reportou um lucro líquido de R$ 32,66 bilhões, apesar de uma queda anual.
A Natura Cosméticos, controladora das marcas Natura e Avon, registrou um prejuízo líquido de R$ 444,5 milhões no primeiro trimestre deste ano, marcando uma reversão em relação ao lucro de R$ 96,7 milhões no mesmo período do ano anterior.
A Natura (NATU3) reportou um prejuízo líquido de R$ 445 milhões no primeiro trimestre, um aumento significativo em relação ao prejuízo de R$ 152 milhões registrado no mesmo período do ano passado.
O Ibovespa Futuro apresentou uma queda de 0,41% nas primeiras negociações do dia, refletindo um cenário externo cauteloso.
O JPMorgan revisou suas recomendações para as ações da Natura (NATU3), elevando de neutra para overweight e ajustando o preço-alvo de R$ 10,50 para R$ 14 até dezembro de 2026, o que representa uma possível valorização de 40%.