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MRV Engenharia e Participacoes S.A.
Abertura
R$ 5,15
Máxima do dia
R$ 5,38
Mínima do dia
R$ 5,11
Volume
5,37 mi
Valor de mercado
2,93 bi
Máx. 52 semanas
R$ 10,53
Mín. 52 semanas
R$ 5,05
EPS/LPA
-1,3523
As construtoras ligadas ao segmento residencial enfrentam uma queda significativa nas ações, variando entre 30% e 35% desde os picos recentes.
O JPMorgan revisou suas recomendações para o setor de construção residencial no Brasil, elevando as ações da Cury (CURY3) e Direcional (DIRR3) para a categoria de compra, enquanto rebaixou a MRV (MRVE3) para neutra.
O Ibovespa fechou em alta de 0,68%, alcançando 169.813,15 pontos, embora tenha flertado com a marca de 170 mil pontos no máximo do pregão.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
O Ibovespa registrou uma leve alta de 0,71%, após atingir mínimas que não eram vistas desde janeiro.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, enfrenta uma correção significativa, acumulando uma queda de mais de 15% desde sua máxima histórica.
O Ibovespa teve uma queda de 0,21% nesta segunda-feira, impactado principalmente pelas ações da Vale (VALE3), em um dia marcado por volume reduzido de negociações.
O banco de investimentos UBS-BB rebaixou a recomendação das ações da MRV (MRVE3) de compra para neutro, reduzindo o preço-alvo de R$ 12 para R$ 7.
O UBS BB rebaixou a recomendação das ações da MRV (MRVE3) de compra para neutra e reduziu seu preço-alvo de R$ 12 para R$ 7, uma diminuição de mais de 40%.
O Hospital Mater Dei aprovou um novo programa de recompra de ações, permitindo a aquisição de até 9,3 milhões de ações ordinárias.
O radar corporativo desta terça-feira inclui a distribuição de proventos da Log CP (LOGG3) e a prévia operacional da construtora MRV (MRVE3) para maio.
A MRV Engenharia (MRVE3) apresentou dados preliminares de sua performance em maio de 2026, mostrando um aumento significativo nos repasses e na produção de unidades habitacionais.
A MRV anunciou um aumento significativo na produção de imóveis, atingindo um total de 3.665 unidades em maio.
A renúncia de Paulo Sérgio Kakinoff ao conselho da MRV&Co marca uma mudança significativa na governança da empresa.
Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, os bancos estão se mostrando otimistas com as construtoras de baixa renda, como Cyrela (CYRE3), Tenda (TEND3) e Direcional (DIRR3).
Hoje, o Ibovespa teve destaque nas ações da CSN (CSNA3), que subiram 3,43%, enquanto Hapvida (HAPV3) e Minerva (BEEF3) se destacaram pelas perdas, com quedas de 7,01% e 5,4%, respectivamente.
O Ibovespa apresentou uma leve alta de 0,17% nesta quinta-feira (21), fechando aos 177.649,86 pontos, impulsionado principalmente pelo setor financeiro e pela Petrobras (PETR4).
As incorporadoras de capital aberto encerraram o primeiro trimestre com indicadores financeiros crescentes, conforme levantamento do Valor Data.
O Ibovespa encerrou a sessão de hoje com uma queda de 0,80%, fechando a 180.342,33 pontos, influenciado por um noticiário corporativo intenso e dados de inflação tanto no Brasil quanto nos EUA.
As ações da MRV (MRVE3) caem 2,02% após reportar um prejuízo líquido de R$ 78 milhões no primeiro trimestre de 2026, refletindo uma performance fraca em várias linhas de negócios da construtora.
A MRV está enfrentando um desafio em seu volume de vendas e estoque de apartamentos, mas seu estoque de imóveis já produzidos pode ser uma vantagem em meio à pressão inflacionária crescente, decorrente da alta no preço do petróleo.
Na análise do dia, destacam-se os resultados financeiros de várias empresas, incluindo a Petrobras, que reportou um lucro líquido de R$ 32,66 bilhões, apesar de uma queda anual.
O grupo MRV&Co apresentou no primeiro trimestre de 2026 um prejuízo líquido de R$ 77,7 milhões, reduzindo significativamente em relação aos R$ 358,8 milhões do mesmo período em 2025.
A MRV&CO (MRVE3) reportou um prejuízo líquido consolidado de R$ 77,6 milhões no primeiro trimestre de 2026, embora isso represente uma redução de 78% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O Ibovespa Futuro apresentou uma queda de 0,41% nas primeiras negociações do dia, refletindo um cenário externo cauteloso.
A temporada de resultados do primeiro trimestre de 2026 está em seu clímax, com várias grandes empresas do Brasil divulgando seus resultados financeiros entre os dias 11 e 15 de maio.
O setor imobiliário brasileiro sofreu um crescimento significativo, com 453 mil unidades lançadas em 2025 e um valor geral de vendas de R$ 264,2 bilhões, representando um aumento de 10,6% em relação ao ano anterior.
As construtoras listadas na B3 enfrentam uma forte queda em suas ações devido à alta de custos, especialmente com o aumento dos preços de materiais de construção impulsionados pela inflação e pela situação geopolítica no Irã.
As construtoras ligadas ao segmento residencial enfrentam uma queda significativa nas ações, variando entre 30% e 35% desde os picos recentes.
O JPMorgan revisou suas recomendações para o setor de construção residencial no Brasil, elevando as ações da Cury (CURY3) e Direcional (DIRR3) para a categoria de compra, enquanto rebaixou a MRV (MRVE3) para neutra.
O Ibovespa fechou em alta de 0,68%, alcançando 169.813,15 pontos, embora tenha flertado com a marca de 170 mil pontos no máximo do pregão.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
O Ibovespa registrou uma leve alta de 0,71%, após atingir mínimas que não eram vistas desde janeiro.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, enfrenta uma correção significativa, acumulando uma queda de mais de 15% desde sua máxima histórica.
O Ibovespa teve uma queda de 0,21% nesta segunda-feira, impactado principalmente pelas ações da Vale (VALE3), em um dia marcado por volume reduzido de negociações.
O banco de investimentos UBS-BB rebaixou a recomendação das ações da MRV (MRVE3) de compra para neutro, reduzindo o preço-alvo de R$ 12 para R$ 7.
O UBS BB rebaixou a recomendação das ações da MRV (MRVE3) de compra para neutra e reduziu seu preço-alvo de R$ 12 para R$ 7, uma diminuição de mais de 40%.
O Hospital Mater Dei aprovou um novo programa de recompra de ações, permitindo a aquisição de até 9,3 milhões de ações ordinárias.
O radar corporativo desta terça-feira inclui a distribuição de proventos da Log CP (LOGG3) e a prévia operacional da construtora MRV (MRVE3) para maio.
A MRV Engenharia (MRVE3) apresentou dados preliminares de sua performance em maio de 2026, mostrando um aumento significativo nos repasses e na produção de unidades habitacionais.
A MRV anunciou um aumento significativo na produção de imóveis, atingindo um total de 3.665 unidades em maio.
A renúncia de Paulo Sérgio Kakinoff ao conselho da MRV&Co marca uma mudança significativa na governança da empresa.
Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, os bancos estão se mostrando otimistas com as construtoras de baixa renda, como Cyrela (CYRE3), Tenda (TEND3) e Direcional (DIRR3).
Hoje, o Ibovespa teve destaque nas ações da CSN (CSNA3), que subiram 3,43%, enquanto Hapvida (HAPV3) e Minerva (BEEF3) se destacaram pelas perdas, com quedas de 7,01% e 5,4%, respectivamente.
O Ibovespa apresentou uma leve alta de 0,17% nesta quinta-feira (21), fechando aos 177.649,86 pontos, impulsionado principalmente pelo setor financeiro e pela Petrobras (PETR4).
As incorporadoras de capital aberto encerraram o primeiro trimestre com indicadores financeiros crescentes, conforme levantamento do Valor Data.
O Ibovespa encerrou a sessão de hoje com uma queda de 0,80%, fechando a 180.342,33 pontos, influenciado por um noticiário corporativo intenso e dados de inflação tanto no Brasil quanto nos EUA.
As ações da MRV (MRVE3) caem 2,02% após reportar um prejuízo líquido de R$ 78 milhões no primeiro trimestre de 2026, refletindo uma performance fraca em várias linhas de negócios da construtora.
A MRV está enfrentando um desafio em seu volume de vendas e estoque de apartamentos, mas seu estoque de imóveis já produzidos pode ser uma vantagem em meio à pressão inflacionária crescente, decorrente da alta no preço do petróleo.
Na análise do dia, destacam-se os resultados financeiros de várias empresas, incluindo a Petrobras, que reportou um lucro líquido de R$ 32,66 bilhões, apesar de uma queda anual.
O grupo MRV&Co apresentou no primeiro trimestre de 2026 um prejuízo líquido de R$ 77,7 milhões, reduzindo significativamente em relação aos R$ 358,8 milhões do mesmo período em 2025.
A MRV&CO (MRVE3) reportou um prejuízo líquido consolidado de R$ 77,6 milhões no primeiro trimestre de 2026, embora isso represente uma redução de 78% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O Ibovespa Futuro apresentou uma queda de 0,41% nas primeiras negociações do dia, refletindo um cenário externo cauteloso.
A temporada de resultados do primeiro trimestre de 2026 está em seu clímax, com várias grandes empresas do Brasil divulgando seus resultados financeiros entre os dias 11 e 15 de maio.
O setor imobiliário brasileiro sofreu um crescimento significativo, com 453 mil unidades lançadas em 2025 e um valor geral de vendas de R$ 264,2 bilhões, representando um aumento de 10,6% em relação ao ano anterior.
As construtoras listadas na B3 enfrentam uma forte queda em suas ações devido à alta de custos, especialmente com o aumento dos preços de materiais de construção impulsionados pela inflação e pela situação geopolítica no Irã.