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Direcional Engenharia S.A.
Abertura
R$ 13,24
Máxima do dia
R$ 13,96
Mínima do dia
R$ 13,24
Volume
7,31 mi
Valor de mercado
7,05 bi
Máx. 52 semanas
R$ 19,04
Mín. 52 semanas
R$ 12,15
EPS/LPA
1,6127
P/L
8,5102
As construtoras ligadas ao segmento residencial enfrentam uma queda significativa nas ações, variando entre 30% e 35% desde os picos recentes.
O JPMorgan revisou suas recomendações para o setor de construção residencial no Brasil, elevando as ações da Cury (CURY3) e Direcional (DIRR3) para a categoria de compra, enquanto rebaixou a MRV (MRVE3) para neutra.
O Ibovespa fechou em alta de 0,68%, alcançando 169.813,15 pontos, embora tenha flertado com a marca de 170 mil pontos no máximo do pregão.
O Ibovespa registrou uma leve alta de 0,71%, após atingir mínimas que não eram vistas desde janeiro.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
O mês de junho inicia com um cenário desafiador para os investidores, sob a preocupação com a inflação e a trajetória dos juros.
Recentemente, a saída de investidores estrangeiros e a reavaliação da trajetória dos juros nos Estados Unidos e no Brasil resultaram em uma bolsa doméstica negociando em níveis de avaliação raramente vistos na última década.
Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, os bancos estão se mostrando otimistas com as construtoras de baixa renda, como Cyrela (CYRE3), Tenda (TEND3) e Direcional (DIRR3).
O Ibovespa iniciou a semana com uma alta de 0,91%, alcançando 177.815,72 pontos, impulsionado pela melhora no cenário geopolítico e expectativas de progresso nas negociações entre os Estados Unidos e o Irã.
O Ibovespa encerrou a sessão de hoje com uma queda de 0,80%, fechando a 180.342,33 pontos, influenciado por um noticiário corporativo intenso e dados de inflação tanto no Brasil quanto nos EUA.
As ações da MRV (MRVE3) caem 2,02% após reportar um prejuízo líquido de R$ 78 milhões no primeiro trimestre de 2026, refletindo uma performance fraca em várias linhas de negócios da construtora.
Na análise do dia, destacam-se os resultados financeiros de várias empresas, incluindo a Petrobras, que reportou um lucro líquido de R$ 32,66 bilhões, apesar de uma queda anual.
A incorporadora Direcional reportou um lucro líquido de R$ 213,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, representando um crescimento de 29,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Direcional Engenharia (DIRR3) reportou um lucro líquido de R$ 213,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, representando um crescimento de 29,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Direcional (DIRR3) registrou um lucro líquido de R$ 213 milhões no primeiro trimestre de 2026, representando uma alta de 30% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O Ibovespa Futuro apresentou uma queda de 0,41% nas primeiras negociações do dia, refletindo um cenário externo cauteloso.
As construtoras listadas na B3 enfrentam uma forte queda em suas ações devido à alta de custos, especialmente com o aumento dos preços de materiais de construção impulsionados pela inflação e pela situação geopolítica no Irã.
As construtoras ligadas ao segmento residencial enfrentam uma queda significativa nas ações, variando entre 30% e 35% desde os picos recentes.
O JPMorgan revisou suas recomendações para o setor de construção residencial no Brasil, elevando as ações da Cury (CURY3) e Direcional (DIRR3) para a categoria de compra, enquanto rebaixou a MRV (MRVE3) para neutra.
O Ibovespa fechou em alta de 0,68%, alcançando 169.813,15 pontos, embora tenha flertado com a marca de 170 mil pontos no máximo do pregão.
O Ibovespa registrou uma leve alta de 0,71%, após atingir mínimas que não eram vistas desde janeiro.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
O mês de junho inicia com um cenário desafiador para os investidores, sob a preocupação com a inflação e a trajetória dos juros.
Recentemente, a saída de investidores estrangeiros e a reavaliação da trajetória dos juros nos Estados Unidos e no Brasil resultaram em uma bolsa doméstica negociando em níveis de avaliação raramente vistos na última década.
Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, os bancos estão se mostrando otimistas com as construtoras de baixa renda, como Cyrela (CYRE3), Tenda (TEND3) e Direcional (DIRR3).
O Ibovespa iniciou a semana com uma alta de 0,91%, alcançando 177.815,72 pontos, impulsionado pela melhora no cenário geopolítico e expectativas de progresso nas negociações entre os Estados Unidos e o Irã.
O Ibovespa encerrou a sessão de hoje com uma queda de 0,80%, fechando a 180.342,33 pontos, influenciado por um noticiário corporativo intenso e dados de inflação tanto no Brasil quanto nos EUA.
As ações da MRV (MRVE3) caem 2,02% após reportar um prejuízo líquido de R$ 78 milhões no primeiro trimestre de 2026, refletindo uma performance fraca em várias linhas de negócios da construtora.
Na análise do dia, destacam-se os resultados financeiros de várias empresas, incluindo a Petrobras, que reportou um lucro líquido de R$ 32,66 bilhões, apesar de uma queda anual.
A incorporadora Direcional reportou um lucro líquido de R$ 213,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, representando um crescimento de 29,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Direcional Engenharia (DIRR3) reportou um lucro líquido de R$ 213,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, representando um crescimento de 29,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Direcional (DIRR3) registrou um lucro líquido de R$ 213 milhões no primeiro trimestre de 2026, representando uma alta de 30% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O Ibovespa Futuro apresentou uma queda de 0,41% nas primeiras negociações do dia, refletindo um cenário externo cauteloso.
As construtoras listadas na B3 enfrentam uma forte queda em suas ações devido à alta de custos, especialmente com o aumento dos preços de materiais de construção impulsionados pela inflação e pela situação geopolítica no Irã.