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Cyrela Brazil Realty SA Empreendimentos e Participacoes
Abertura
R$ 20,73
Máxima do dia
R$ 21,85
Mínima do dia
R$ 20,73
Volume
8,76 mi
Valor de mercado
9,13 bi
Máx. 52 semanas
R$ 32,56
Mín. 52 semanas
R$ 19,76
EPS/LPA
5,2649
P/L
4,0571
O radar corporativo desta sexta-feira traz importantes movimentações no mercado de ações.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, enfrenta uma correção significativa, acumulando uma queda de mais de 15% desde sua máxima histórica.
As ações da Cyrela, uma das principais construtoras do Brasil, apresentaram uma alta de 1,61% após a aprovação de um novo programa de recompra de ações pelo seu conselho de administração.
O Ibovespa teve uma queda de 0,21% nesta segunda-feira, impactado principalmente pelas ações da Vale (VALE3), em um dia marcado por volume reduzido de negociações.
As ações da Cyrela (CYRE3) estão registrando alta significativa após a companhia anunciar um novo programa de recompra de ações, com um total de até 14 milhões de ações a serem adquiridas.
As ações da Cyrela (CYRE3) tiveram um desempenho positivo após a aprovação de um novo programa de recompra de ações pelo conselho da construtora.
O ano de 2026 está desafiador para a Cyrela (CYRE3), que registrou uma queda de cerca de 21% em suas ações.
O radar corporativo destaca o plano de recuperação extrajudicial da Raízen (RAIZ4), que busca reestruturar uma dívida de R$ 64,7 bilhões.
A Cyrela (CYRE3) anunciou a aprovação de um novo programa de recompra que abrangerá até 9,68 milhões de ações ordinárias e 4,8 milhões de ações preferenciais.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
Recentemente, a saída de investidores estrangeiros e a reavaliação da trajetória dos juros nos Estados Unidos e no Brasil resultaram em uma bolsa doméstica negociando em níveis de avaliação raramente vistos na última década.
Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, os bancos estão se mostrando otimistas com as construtoras de baixa renda, como Cyrela (CYRE3), Tenda (TEND3) e Direcional (DIRR3).
A Automob (AMOB3) anunciou a venda de um imóvel na Vila Leopoldina, em São Paulo, para a CBR 247 Empreendimentos Imobiliários, que é controlada pela Cyrela (CYRE3).
O Ibovespa encerrou a semana com uma queda de 0,81%, totalizando uma sequência de seis semanas seguidas de perdas, a mais longa desde 2018.
O relatório do Itaú BBA aponta que entre abril e maio, o mercado acionário brasileiro viu saídas significativas de capital, levando a uma postura mais cautelosa tanto de investidores locais quanto internacionais.
As incorporadoras de capital aberto encerraram o primeiro trimestre com indicadores financeiros crescentes, conforme levantamento do Valor Data.
A temporada de resultados do 1T26 no Brasil revelou um quadro decepcionante, com 76% das ações do MSCI Brazil superando expectativas apenas devido aos setores de energia e materiais básicos.
O Ibovespa, que atingiu um pico histórico em abril de 2026, entrou em um movimento corretivo, devolvendo parte de seus ganhos e reduzindo a confiança do mercado.
A Cyrela (CYRE3) divulgou resultados decepcionantes para o primeiro trimestre de 2026, com lucro líquido de R$ 297 milhões, significando uma queda de 9% em relação ao ano anterior e bem abaixo das expectativas de R$ 394 milhões.
A Cyrela está enfrentando um aumento nos custos de seus projetos devido ao preço mais alto do petróleo, e espera que a inflação no setor alcance cerca de 8% neste ano.
A Cyrela (CYRE3) divulgou seu balanço do primeiro trimestre, reportando um lucro líquido de R$ 297 milhões, o que representa uma queda de 9% em relação ao mesmo período do ano anterior.
No primeiro trimestre de 2026, a Cyrela, uma das principais incorporadoras do Brasil, reportou um lucro líquido de R$ 297 milhões, representando uma queda de 9% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O setor imobiliário brasileiro sofreu um crescimento significativo, com 453 mil unidades lançadas em 2025 e um valor geral de vendas de R$ 264,2 bilhões, representando um aumento de 10,6% em relação ao ano anterior.
O radar corporativo desta sexta-feira traz importantes movimentações no mercado de ações.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, enfrenta uma correção significativa, acumulando uma queda de mais de 15% desde sua máxima histórica.
As ações da Cyrela, uma das principais construtoras do Brasil, apresentaram uma alta de 1,61% após a aprovação de um novo programa de recompra de ações pelo seu conselho de administração.
O Ibovespa teve uma queda de 0,21% nesta segunda-feira, impactado principalmente pelas ações da Vale (VALE3), em um dia marcado por volume reduzido de negociações.
As ações da Cyrela (CYRE3) estão registrando alta significativa após a companhia anunciar um novo programa de recompra de ações, com um total de até 14 milhões de ações a serem adquiridas.
As ações da Cyrela (CYRE3) tiveram um desempenho positivo após a aprovação de um novo programa de recompra de ações pelo conselho da construtora.
O ano de 2026 está desafiador para a Cyrela (CYRE3), que registrou uma queda de cerca de 21% em suas ações.
O radar corporativo destaca o plano de recuperação extrajudicial da Raízen (RAIZ4), que busca reestruturar uma dívida de R$ 64,7 bilhões.
A Cyrela (CYRE3) anunciou a aprovação de um novo programa de recompra que abrangerá até 9,68 milhões de ações ordinárias e 4,8 milhões de ações preferenciais.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
Recentemente, a saída de investidores estrangeiros e a reavaliação da trajetória dos juros nos Estados Unidos e no Brasil resultaram em uma bolsa doméstica negociando em níveis de avaliação raramente vistos na última década.
Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, os bancos estão se mostrando otimistas com as construtoras de baixa renda, como Cyrela (CYRE3), Tenda (TEND3) e Direcional (DIRR3).
A Automob (AMOB3) anunciou a venda de um imóvel na Vila Leopoldina, em São Paulo, para a CBR 247 Empreendimentos Imobiliários, que é controlada pela Cyrela (CYRE3).
O Ibovespa encerrou a semana com uma queda de 0,81%, totalizando uma sequência de seis semanas seguidas de perdas, a mais longa desde 2018.
O relatório do Itaú BBA aponta que entre abril e maio, o mercado acionário brasileiro viu saídas significativas de capital, levando a uma postura mais cautelosa tanto de investidores locais quanto internacionais.
As incorporadoras de capital aberto encerraram o primeiro trimestre com indicadores financeiros crescentes, conforme levantamento do Valor Data.
A temporada de resultados do 1T26 no Brasil revelou um quadro decepcionante, com 76% das ações do MSCI Brazil superando expectativas apenas devido aos setores de energia e materiais básicos.
O Ibovespa, que atingiu um pico histórico em abril de 2026, entrou em um movimento corretivo, devolvendo parte de seus ganhos e reduzindo a confiança do mercado.
A Cyrela (CYRE3) divulgou resultados decepcionantes para o primeiro trimestre de 2026, com lucro líquido de R$ 297 milhões, significando uma queda de 9% em relação ao ano anterior e bem abaixo das expectativas de R$ 394 milhões.
A Cyrela está enfrentando um aumento nos custos de seus projetos devido ao preço mais alto do petróleo, e espera que a inflação no setor alcance cerca de 8% neste ano.
A Cyrela (CYRE3) divulgou seu balanço do primeiro trimestre, reportando um lucro líquido de R$ 297 milhões, o que representa uma queda de 9% em relação ao mesmo período do ano anterior.
No primeiro trimestre de 2026, a Cyrela, uma das principais incorporadoras do Brasil, reportou um lucro líquido de R$ 297 milhões, representando uma queda de 9% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O setor imobiliário brasileiro sofreu um crescimento significativo, com 453 mil unidades lançadas em 2025 e um valor geral de vendas de R$ 264,2 bilhões, representando um aumento de 10,6% em relação ao ano anterior.