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Companhia Siderurgica Nacional
Abertura
R$ 6,06
Máxima do dia
R$ 6,11
Mínima do dia
R$ 5,86
Volume
14,98 mi
Valor de mercado
7,96 bi
Máx. 52 semanas
R$ 11,32
Mín. 52 semanas
R$ 5,66
EPS/LPA
-1,5073
O Ibovespa fechou em alta expressiva de 1,71%, alcançando os 171.497,24 pontos, impulsionado pelo anúncio de um acordo preliminar nos conflitos do Oriente Médio.
A venda da CSN Cimentos está avançando com quatro companhias interessados, duas brasileiras e duas chinesas, na fase final do processo.
Os contratos futuros de minério de ferro enfrentam sua quinta sessão consecutiva de quedas, em grande parte devido à fraca demanda sazonal por aço na China.
A Moody’s Local Brasil revisou para baixo a nota de crédito da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), passando de 'AA-.br' para 'BBB.br'.
Os investidores estrangeiros estão mostrando um interesse crescente pelas commodities latino-americanas, com a Vale (VALE3) sendo um dos ativos mais discutidos durante reuniões do BTG Pactual.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
As ações da CSN (CSNA3) caíram drasticamente, liderando as perdas do Ibovespa, com uma queda de 8,83%, enquanto a Vale (VALE3) também enfrentou uma redução de 3,18%.
A Vale (VALE3) se mostra otimista com o mercado global de minério de ferro, apesar de incertezas em relação à economia chinesa.
O Ibovespa subiu 1,16% nesta terça-feira (2), encerrando um ciclo de cinco quedas consecutivas, impulsionado pelo forte desempenho de ações da Vale (VALE3), siderúrgicas e bancos.
O Ibovespa demonstrou resiliência, fechando em alta de 1,16%, aos 174.197,10 pontos, mesmo diante da ameaça de tarifas adicionais dos EUA sobre produtos brasileiros.
O Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,16%, mantendo um movimento de recuperação após cinco sessões consecutivas de queda.
As ações das siderúrgicas CSN (CSNA3), Usiminas (USIM5) e Gerdau (GGBR3) registraram altas significativas e se destacaram entre os maiores ganhos do Ibovespa após uma decisão do governo dos Estados Unidos sobre tarifas de aço e alumínio.
Os Estados Unidos impuseram novas tarifas sobre produtos brasileiros exportados, mas o impacto no mercado foi mitigado por uma lista de exceções, incluindo minério e alimentos.
As ações das siderúrgicas CSN, Usiminas e Gerdau apresentaram altas significativas, com variações de até 9%, após a assinatura de uma nova proclamação pelo presidente dos Estados Unidos que reduz tarifas sobre aço e produtos derivados.
A queda do apetite chinês por commodities impacta negativamente empresas brasileiras, resultando em pressões sobre as ações da CSN (CSNA3) e da Vale (VALE3).
O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,48%, fechando a 175.744,37 pontos, com a pressão significativa das ações da Petrobras (PETR3; PETR4), que caíram devido ao declínio dos preços do petróleo.
O Ibovespa apresentou queda de 0,69%, fechando aos 176.589,03 pontos, influenciado pela escalada de tensões no Oriente Médio após ataques dos EUA ao Irã.
Grandes companhias listadas na Bolsa brasileira enfrentam desafios significativos devido à elevada dívida, reestruturações e estresse no crédito.
O aumento do preço do Brent, em meio ao conflito entre os Estados Unidos e o Irã, trouxe resultados positivos para o setor de petróleo e gás, além de beneficiar empresas de varejo e siderurgia.
A possibilidade de um "Super El Niño" entre 2026 e 2027 está sendo amplamente monitorada pelo mercado, com impactos significativos esperados em setores como energia, mineração e agronegócio.
O Ibovespa encerrou a sexta-feira com uma queda de 0,81%, acumulando uma perda de 0,61% na semana, marcando a sexta semana consecutiva de desvalorização.
O Ibovespa apresentou movimentos distintos entre as ações nesta sexta-feira, com a CSN (CSNA3) subindo 6,15%, impulsionada pelo aumento nos preços do aço e expectativas otimistas sobre o setor.
O Ibovespa encerrou a semana com uma queda de 0,81%, totalizando uma sequência de seis semanas seguidas de perdas, a mais longa desde 2018.
As exportações brasileiras de aço alcançaram 1 milhão de toneladas em abril, representando um aumento de 62,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Hoje, o Ibovespa teve destaque nas ações da CSN (CSNA3), que subiram 3,43%, enquanto Hapvida (HAPV3) e Minerva (BEEF3) se destacaram pelas perdas, com quedas de 7,01% e 5,4%, respectivamente.
O Ibovespa apresentou uma leve alta de 0,17% nesta quinta-feira (21), fechando aos 177.649,86 pontos, impulsionado principalmente pelo setor financeiro e pela Petrobras (PETR4).
O Ibovespa registrou uma leve alta de 0,17%, fechando a 177.649,86 pontos, impulsionado por notícias otimistas sobre possíveis avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã.
O Goldman Sachs atualizou sua recomendação sobre as ações da Usiminas (USIM5) de neutra para compra, indicando uma expectativa de melhoria significativa no mercado de aço brasileiro.
O Ibovespa fechou em alta de 1,77%, aos 177.355,73 pontos, após três sessões de queda.
A temporada de resultados do 1T26 trouxe um panorama misto, com 76% das ações do MSCI Brazil apresentando resultados abaixo das expectativas, especialmente em setores impactados por custos elevados e juros altos.
O Ibovespa fechou em alta expressiva de 1,71%, alcançando os 171.497,24 pontos, impulsionado pelo anúncio de um acordo preliminar nos conflitos do Oriente Médio.
A venda da CSN Cimentos está avançando com quatro companhias interessados, duas brasileiras e duas chinesas, na fase final do processo.
Os contratos futuros de minério de ferro enfrentam sua quinta sessão consecutiva de quedas, em grande parte devido à fraca demanda sazonal por aço na China.
A Moody’s Local Brasil revisou para baixo a nota de crédito da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), passando de 'AA-.br' para 'BBB.br'.
Os investidores estrangeiros estão mostrando um interesse crescente pelas commodities latino-americanas, com a Vale (VALE3) sendo um dos ativos mais discutidos durante reuniões do BTG Pactual.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
As ações da CSN (CSNA3) caíram drasticamente, liderando as perdas do Ibovespa, com uma queda de 8,83%, enquanto a Vale (VALE3) também enfrentou uma redução de 3,18%.
A Vale (VALE3) se mostra otimista com o mercado global de minério de ferro, apesar de incertezas em relação à economia chinesa.
O Ibovespa subiu 1,16% nesta terça-feira (2), encerrando um ciclo de cinco quedas consecutivas, impulsionado pelo forte desempenho de ações da Vale (VALE3), siderúrgicas e bancos.
O Ibovespa demonstrou resiliência, fechando em alta de 1,16%, aos 174.197,10 pontos, mesmo diante da ameaça de tarifas adicionais dos EUA sobre produtos brasileiros.
O Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,16%, mantendo um movimento de recuperação após cinco sessões consecutivas de queda.
As ações das siderúrgicas CSN (CSNA3), Usiminas (USIM5) e Gerdau (GGBR3) registraram altas significativas e se destacaram entre os maiores ganhos do Ibovespa após uma decisão do governo dos Estados Unidos sobre tarifas de aço e alumínio.
Os Estados Unidos impuseram novas tarifas sobre produtos brasileiros exportados, mas o impacto no mercado foi mitigado por uma lista de exceções, incluindo minério e alimentos.
As ações das siderúrgicas CSN, Usiminas e Gerdau apresentaram altas significativas, com variações de até 9%, após a assinatura de uma nova proclamação pelo presidente dos Estados Unidos que reduz tarifas sobre aço e produtos derivados.
A queda do apetite chinês por commodities impacta negativamente empresas brasileiras, resultando em pressões sobre as ações da CSN (CSNA3) e da Vale (VALE3).
O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,48%, fechando a 175.744,37 pontos, com a pressão significativa das ações da Petrobras (PETR3; PETR4), que caíram devido ao declínio dos preços do petróleo.
O Ibovespa apresentou queda de 0,69%, fechando aos 176.589,03 pontos, influenciado pela escalada de tensões no Oriente Médio após ataques dos EUA ao Irã.
Grandes companhias listadas na Bolsa brasileira enfrentam desafios significativos devido à elevada dívida, reestruturações e estresse no crédito.
O aumento do preço do Brent, em meio ao conflito entre os Estados Unidos e o Irã, trouxe resultados positivos para o setor de petróleo e gás, além de beneficiar empresas de varejo e siderurgia.
A possibilidade de um "Super El Niño" entre 2026 e 2027 está sendo amplamente monitorada pelo mercado, com impactos significativos esperados em setores como energia, mineração e agronegócio.
O Ibovespa encerrou a sexta-feira com uma queda de 0,81%, acumulando uma perda de 0,61% na semana, marcando a sexta semana consecutiva de desvalorização.
O Ibovespa apresentou movimentos distintos entre as ações nesta sexta-feira, com a CSN (CSNA3) subindo 6,15%, impulsionada pelo aumento nos preços do aço e expectativas otimistas sobre o setor.
O Ibovespa encerrou a semana com uma queda de 0,81%, totalizando uma sequência de seis semanas seguidas de perdas, a mais longa desde 2018.
As exportações brasileiras de aço alcançaram 1 milhão de toneladas em abril, representando um aumento de 62,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Hoje, o Ibovespa teve destaque nas ações da CSN (CSNA3), que subiram 3,43%, enquanto Hapvida (HAPV3) e Minerva (BEEF3) se destacaram pelas perdas, com quedas de 7,01% e 5,4%, respectivamente.
O Ibovespa apresentou uma leve alta de 0,17% nesta quinta-feira (21), fechando aos 177.649,86 pontos, impulsionado principalmente pelo setor financeiro e pela Petrobras (PETR4).
O Ibovespa registrou uma leve alta de 0,17%, fechando a 177.649,86 pontos, impulsionado por notícias otimistas sobre possíveis avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã.
O Goldman Sachs atualizou sua recomendação sobre as ações da Usiminas (USIM5) de neutra para compra, indicando uma expectativa de melhoria significativa no mercado de aço brasileiro.
O Ibovespa fechou em alta de 1,77%, aos 177.355,73 pontos, após três sessões de queda.
A temporada de resultados do 1T26 trouxe um panorama misto, com 76% das ações do MSCI Brazil apresentando resultados abaixo das expectativas, especialmente em setores impactados por custos elevados e juros altos.