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Azzas 2154 SA
Abertura
R$ 17,21
Máxima do dia
R$ 17,80
Mínima do dia
R$ 17,11
Volume
2,03 mi
Valor de mercado
3,61 bi
Máx. 52 semanas
R$ 43,70
Mín. 52 semanas
R$ 16,56
EPS/LPA
4,0656
P/L
4,2869
A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) prevê que o Dia dos Namorados no Brasil injetará R$ 26 bilhões no comércio, mostrando uma alta de cerca de 20% em relação ao ano anterior.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
O primeiro trimestre de 2026 mostrou um panorama negativo para o varejo em geral, com resultados abaixo das expectativas e desafios macroeconômicos persistentes.
A empresa Azzas, que tem suas ações negociadas sob o ticker AZZA3, anunciou a eleição de uma nova presidente e um novo vice-presidente para o seu Conselho de Administração.
Nesta terça-feira, o radar corporativo destaca movimentos significativos no mercado de ações.
A Azzas 2154 (AZZA3) afirmou que seus acionistas de referência não estão discutindo uma possível cisão de ativos da empresa de moda, após questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários.
O Ibovespa operou em queda de cerca de 0,85%, em resposta à pressão dos juros nos EUA e às incertezas envolvendo o cenário fiscal brasileiro.
As ações da Azzas (AZZA3) tiveram uma alta de 4% no mercado, impulsionadas pela percepção dos investidores de que uma resolução negociada para a disputa societária está em andamento.
As ações da Azzas 2154 (AZZA3) subiram até 6% após surgirem notícias sobre a possibilidade de uma cisão societária entre os controladores Alexandre Birman e Roberto Jatahy.
As ações da Azzas (AZZA3) avançaram 5% nesta sexta-feira, alcançando seu melhor desempenho no Ibovespa, que estava em queda.
As discussões sobre uma possível cisão societária da Azzas (AZZA3) estão em pauta, com a tensão entre os acionistas Alexandre Birman e Roberto Jatahy aquecendo o debate.
A Azzas 2154 (AZZA3) divulgou um comunicado detalhando a crise entre seus principais acionistas, Alexandre Birman e Roberto Jatahy.
O JPMorgan alertou sobre o aumento dos riscos de governança na Azzas (AZZA3), decorrentes de disputas entre os principais grupos acionistas da empresa.
O radar corporativo de hoje destaca importantes movimentações no mercado de ações, como a recompra de até 15% das ações da Movida (MOVI3), que pode levar a um investimento de cerca de R$ 250 milhões.
A Azzas (AZZA3) confirmou a contratação do Itaú BBA como assessor financeiro, com o objetivo de avaliar oportunidades estratégicas.
O radar corporativo do dia destaca a divulgação de resultados de várias empresas, incluindo a JBS, que reportou uma queda significativa de 55,8% em seu lucro líquido devido a margens negativas na unidade de proteína bovina nos Estados Unidos, apesar de haver um desempenho positivo nas operações brasileiras.
A Azzas 2154 (AZZA3) anunciou que uma decisão liminar da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro assegurou a manutenção da estrutura organizacional e operacional da empresa até abril de 2026, além de garantir que Roberto Jatahy continue no cargo de Chief Brand Officer.
O Ibovespa encerrou a sessão de hoje com uma queda de 0,80%, fechando a 180.342,33 pontos, influenciado por um noticiário corporativo intenso e dados de inflação tanto no Brasil quanto nos EUA.
A Azzas (AZZA3) anunciou que foi pega de surpresa por um pedido judicial movido pelo acionista Roberto Jatahy, o que resultou em uma queda de 3,54% nas ações da companhia, que estavam sendo negociadas a R$ 19,35.
A temporada de resultados do primeiro trimestre de 2026 trouxe quedas significativas nas ações de varejistas, com destaque para Magazine Luiza e Mercado Livre.
No primeiro trimestre, a Azzas 2154, resultante da fusão entre Arezzo&Co e Soma, apresentou um desempenho abaixo das expectativas da própria diretoria, conforme declarado pelo presidente Alexandre Birman.
Azzas 2154 registrou um lucro líquido recorrente de R$ 63,9 milhões no primeiro trimestre de 2026, refletindo uma queda de 45,7% em relação ao ano anterior.
A Azzas reportou uma queda significativa de 45,7% em seu lucro líquido do primeiro trimestre de 2026, alcançando R$ 63,9 milhões.
No primeiro trimestre de 2026, a Azzas 2154 (AZZA3) reportou um lucro líquido recorrente de R$ 64 milhões, representando uma queda de 45,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) prevê que o Dia dos Namorados no Brasil injetará R$ 26 bilhões no comércio, mostrando uma alta de cerca de 20% em relação ao ano anterior.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
O primeiro trimestre de 2026 mostrou um panorama negativo para o varejo em geral, com resultados abaixo das expectativas e desafios macroeconômicos persistentes.
A empresa Azzas, que tem suas ações negociadas sob o ticker AZZA3, anunciou a eleição de uma nova presidente e um novo vice-presidente para o seu Conselho de Administração.
Nesta terça-feira, o radar corporativo destaca movimentos significativos no mercado de ações.
A Azzas 2154 (AZZA3) afirmou que seus acionistas de referência não estão discutindo uma possível cisão de ativos da empresa de moda, após questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários.
O Ibovespa operou em queda de cerca de 0,85%, em resposta à pressão dos juros nos EUA e às incertezas envolvendo o cenário fiscal brasileiro.
As ações da Azzas (AZZA3) tiveram uma alta de 4% no mercado, impulsionadas pela percepção dos investidores de que uma resolução negociada para a disputa societária está em andamento.
As ações da Azzas 2154 (AZZA3) subiram até 6% após surgirem notícias sobre a possibilidade de uma cisão societária entre os controladores Alexandre Birman e Roberto Jatahy.
As ações da Azzas (AZZA3) avançaram 5% nesta sexta-feira, alcançando seu melhor desempenho no Ibovespa, que estava em queda.
As discussões sobre uma possível cisão societária da Azzas (AZZA3) estão em pauta, com a tensão entre os acionistas Alexandre Birman e Roberto Jatahy aquecendo o debate.
A Azzas 2154 (AZZA3) divulgou um comunicado detalhando a crise entre seus principais acionistas, Alexandre Birman e Roberto Jatahy.
O JPMorgan alertou sobre o aumento dos riscos de governança na Azzas (AZZA3), decorrentes de disputas entre os principais grupos acionistas da empresa.
O radar corporativo de hoje destaca importantes movimentações no mercado de ações, como a recompra de até 15% das ações da Movida (MOVI3), que pode levar a um investimento de cerca de R$ 250 milhões.
A Azzas (AZZA3) confirmou a contratação do Itaú BBA como assessor financeiro, com o objetivo de avaliar oportunidades estratégicas.
O radar corporativo do dia destaca a divulgação de resultados de várias empresas, incluindo a JBS, que reportou uma queda significativa de 55,8% em seu lucro líquido devido a margens negativas na unidade de proteína bovina nos Estados Unidos, apesar de haver um desempenho positivo nas operações brasileiras.
A Azzas 2154 (AZZA3) anunciou que uma decisão liminar da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro assegurou a manutenção da estrutura organizacional e operacional da empresa até abril de 2026, além de garantir que Roberto Jatahy continue no cargo de Chief Brand Officer.
O Ibovespa encerrou a sessão de hoje com uma queda de 0,80%, fechando a 180.342,33 pontos, influenciado por um noticiário corporativo intenso e dados de inflação tanto no Brasil quanto nos EUA.
A Azzas (AZZA3) anunciou que foi pega de surpresa por um pedido judicial movido pelo acionista Roberto Jatahy, o que resultou em uma queda de 3,54% nas ações da companhia, que estavam sendo negociadas a R$ 19,35.
A temporada de resultados do primeiro trimestre de 2026 trouxe quedas significativas nas ações de varejistas, com destaque para Magazine Luiza e Mercado Livre.
No primeiro trimestre, a Azzas 2154, resultante da fusão entre Arezzo&Co e Soma, apresentou um desempenho abaixo das expectativas da própria diretoria, conforme declarado pelo presidente Alexandre Birman.
Azzas 2154 registrou um lucro líquido recorrente de R$ 63,9 milhões no primeiro trimestre de 2026, refletindo uma queda de 45,7% em relação ao ano anterior.
A Azzas reportou uma queda significativa de 45,7% em seu lucro líquido do primeiro trimestre de 2026, alcançando R$ 63,9 milhões.
No primeiro trimestre de 2026, a Azzas 2154 (AZZA3) reportou um lucro líquido recorrente de R$ 64 milhões, representando uma queda de 45,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.